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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Pilares do Islamismo

  Por Mário Moreno

OS CINCO PILARES (MENTIRAS) DO ISLAMISMO

ALLÁ É DEUS
A maior men­tira do Isla­mismo, a qual sustenta toda a falsi­dade sobre a qual se suporta, assegura que o nascedouro da revelação dada a Maomé é o Deus da Bíblia adorado por cristãos e ju­deus. De fato, Allá foi o nome pagão do deus-lua a quem foram erigidos templos no Oriente Médio. Quando Maomé nasceu, a estátua de Allá estava com outras 300 no santuário pagão de Kabah.
Perpetuando a men­tira, o Isla­mismo chamou-se de “uma das três grandes religiões monoteís­tas”. De fato, isto é sim­plesmente uma refinada idolatria. O “profeta” mera­mente aboliu a adoração aos ou­tros deuses e elevou o deus-lua, também conhecido como “o senhor de Kabah” ao status de “único deus verda­deiro”.
Para receber os não-muçulmanos, os muçulmanos recua­ram e disse­ram que o deus que adoravam (Allá) tem seu nome es­crito na Bíblia em árabe, chamando assim a atenção para este fato. Mas en­quanto o nome “Allá” significa “Deus” como nome próprio, ele não tem nenhuma rela­ção com o nome do D-us de Israel, o único que chama a si mesmo de IHVH.
Escritos de um antigo muçulmano, agora um cristão “o espírito que chama a si mesmo de “Allá” é um espí­rito pleno de men­tira, que aceitou sobre si o velho nome árabe de Deus, usando-o sobre sua face como uma máscara e dizendo ser Deus. Allá no Islamismo é um espírito imundo de Satanás que controla os fiéis com grande poder através deste disfarce até os dias atuais”.
O VERDADEIRO ISLAMISMO RESPEITA OS DIREITOS HU­MANOS
O Islamismo tem sido descrito como uma forma de imperia­lismo cultu­ral que elevou a religião e a cultura do século sétimo na Arábia ao status de lei sagrada. Os muçulmanos bus­cavam impor os valores árabes do sétimo século - polí­ticos, familia­res, morais, lingua­gem e regime ali­mentar - sobre os seguidores de ou­tras religiões.
Nenhuma das na­ções do mundo árabe é uma verda­deira democracia. De Damasco a Bagdá, os moder­nos ditadores são o equivalente dos tiranos árabes do sétimo século.
Maomé viveu numa sociedade a qual não conhecia os conceitos de liberdade indivi­dual. Como resul­tado disso, a lei islâmica nega os direitos básicos e liberdade de reli­gião, expres­são, assembléia e im­prensa.
Punições cruéis são impostas aos crimi­nosos ainda hoje - incluindo amputa­ções e arrancar os olhos - tem retor­nado ao século 20 em Teerã e Khar­toum.
As mulheres são forçadas a usarem o véu, não podem dirigir, e em alguns países são proibidas de sair de casa sem permissão por escrito de seus maridos - sob pena de banimento e severas punições físicas ou até a morte. Em alguns casos documenta­dos chamados de “mortes pela honra”, mulhe­res cujas ações su­pos­tamente desonra­vam a família mu­çulmana são mortas brutalmente por seus maridos.
Os muçulmanos citam entusiasma­dos textos do Alco­rão e outros textos islâmi­cos para justificar estas atrocidades.
O VERDADEIRO ISLAMISMO É TOLERANTE
O significado do Isla­mismo é ser a “revelação final de Deus”, dada a Maomé porque ambos, judeus e cristãos distorce­ram a fé. Por esta razão, judeus e cristãos - diferen­temente dos pagãos árabes - foram permitidos viver sob o Islamismo como desencami­nhados, mas como minorias toleradas.
De volta, eles fo­ram, e ainda são, proscri­tos como uma se­gunda classe às quais impõe-se uma opres­são maior e submis­são a numerosas restri­ções, tornando-se pública sua segre­gação.
O Islaminsmo divide o mundo em dois tipos de terri­tório, o Reino do Islamismo (Dar-al-Islam) e o Reino da Guerra (Dar-al-Harb). Seu maior objetivo é trans­formar o Reino da Guerra em reino do Islã. Localizados como estão numa área outrora contro­lada pelo Islam, o estado Judeu no Oriente Médio é conside­rado pelos muçul­manos como um insulto a Allá e ao Islamismo. Seu ódio por Israel e pelos judeus está bem documentado, como estão os atos no Alcorão, que inspira os terroris­tas a executarem atos contra esse inimigo local e contra os de fora.
As minorias judai­cas que restaram nos países muçul­manos vivem uma freqüente e incerta existência, assim como as mino­rias cristãs. Ao sul do Sudão, mais de 100.000 refugiados cristãos escaparam do terror islâmico do norte. No Irã, protes­tantes tem sido pre­sos, tortu­rados e até mesmo executados. No Egito e no Lí­bano, as comunida­des cristãs estão tam­bém sob ameaça.
O VERDADEIRO ISLAMISMO É FUNDAMEN­TALISTA
O fundamentalismo não é uma obra de perversão do Isla­mismo. Assim como existem cristãos nominais, judeus seculares, também há muçulmanos nomi­nais e aqueles que guardavam os ensi­namentos do Alco­rão. Todos estes últi­mos são muçulmanos devotos - completa e verdadeiramente fundamentalistas.
Tem sido alegado que muitos muçul­manos são mais amantes da paz do que muitos america­nos.
Esta pronta declara­ção ignora o fato que os muçulmanos são de uma época com­passiva em um meio saturado de ensinos anti-judaico e cristão.
O Alcorão não é um livro que promove a paz, e aqueles que vivem seus ensinos são limitados por ele e são muito influen­ciados.
“O ódio com o qual nós doutrinamos as mentes de nossas crianças desde seu nascimento é sa­grado”. Escreveu uma vez o ministro do Exterior da Síria.
A espada foi a ferra­menta original para a expansão do Isla­mismo, e as sanções do Alcorão são usadas para “persuadir” os con­vertidos. Os seguido­res de Maomé são até hoje incitados a crer que a agonia e morte pelo islamismo conduzirá o mártir rapidamente ao paraíso.
A violência islâmica não está restrita a Beirute ou Argélia. Grupos nos EUA tem enviado dinheiro e recrutado grupos terroristas para o Oriente Médio, e os muçulmanos ingleses organizaram em 1994 a forte - Confe­rência 8.000 - a qual apoiou um clamor mundial por um Estado Islâmico e pela destruição de Israel.
JERUSALÉM ERA SAGRADA PARA MAOMÉ
Por trás da campanha dos árabes e palestinos pelo controle sobre Jerusalém, o falso Islamismo diz que a cidade é santa, um clamor baseado na lenda que Maomé cavalgou seu cavalo alado da “Sagrada Mesquita” na Arábia até “a mais distante mesquita” na rota aos céus. Muitos anos depois, os muçulmanos começaram a identificar Jerusalém – nome que não aparece sequer no Alcorão – como “a mais distante mesquita”.
Os muçulmanos dizem que a mesquita de Al Aqsa em Jerusalém marca o lugar onde Abraão sacrificou seu filho (de acordo com eles, Ismael).
Desde que o Alcorão convenientemente islamizou os profetas judeus – assim como Jesus – os muçulmanos se apropriaram de Jerusalém como sua cidade.
Maomé, incidentalmente nunca visitou Jerusalém durante toda a sua vida e os mestres do islamismo diferem de opinião por séculos sobre a posição de Jerusalém como sua terceira cidade santa em sua religião.
A localização do “lugar Islâmico” acima da colina onde o Templo dos judeus estava é uma lembrança completa do significado político e espiritual do campo de batalha que Jerusalém representa.
O Islamismo diz que Jerusalém sustenta as manipulações políticas do PLO, a qual exige que, no mínimo metade da cidade seja capital do Estado Palestino – a despeito de sua condição como o eterno Israel, capital indivisível.
Seu futuro a ser negociado, tem se tornado a chave para o resultado da eleição de Israel.

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