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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ser judeu


 

*por Olive Schreiner Jornal Alef - 24.10.2010


 

De fato, é difícil para todas as outras nações do mundo viver em presença dos Judeus. É irritante e muito inconfortável. Os Judeus incomodam o mundo porque fizeram coisas estranhas, além da imaginação. Eles se tornaram morais desde o dia em que o patriarca deles, Abraão, introduziu no mundo modelos éticos mais elevados e o temor à D'us. Eles trouxeram ao mundo os dez mandamentos, que inúmeras nações preferem desafiar. Eles violaram as regras da história permanecendo vivos, contra as probabilidades do bom senso, e a evidência histórica. Eles sobreviveram a todos seus antigos inimigos, grandes impérios, tais como os Romanos e os Gregos. Eles colocaram o mundo em fúria, com seu retorno à sua pátria, após 2.000 anos de exílio e após o assassinato de seis milhões de seus irmãos e irmãs.

Eles exauriram a espécie humana construído num piscar de olhos, um Estado democrático que outros não foram capazes de criar, mesmo em várias centenas de anos. Eles participaram de todos os esforços do progresso humano, quer seja na ciência, na medicina, na psicologia ou qualquer outra disciplina, e isto numa desproporção total em seu número real. Eles deram ao mundo a Bíblia e mesmo o "Salvador" deles. Os judeus ensinaram ao mundo à não aceitar o mundo como ele é, mas à transformá-lo, e no entanto poucas nações quiseram ouvir. Ainda mais, os Judeus introduziram no mundo o D'us único, do qual só uma minoria aceitou retirar as conseqüências morais.

Assim as nações do mundo acreditam que estariam perdidas sem os Judeus, enquanto seu subconsciente trata de lembrá-los, o quanto a civilização ocidental está enquadrada em termos de conceitos antes articulados pelos Judeus, fazendo o possível para suprimi-los. Eles negam que os judeus lembram uma meta mais elevada de vida e a necessidade de ser honrado, fazendo todo o possível para escapar das conseqüências. Assim, as nações do mundo decidiram novamente de alguma maneira, encontrar um bastão para bater nos Judeus. A meta: provar que os Judeus são imorais e culpados de massacres e de genocídios. Tudo isto, de maneira à esconder e à justificar seus próprios revezes, à simplesmente protestar quando 6 milhões de Judeus foram conduzidos ao massacre de Auschwitz e de Dachau, para apagar a consciência moral que os Judeus lhes lembram : e eles encontraram um bastão.

Nada podia ser mais gratificante, para eles, do que encontrar os judeus em guerra com outro povo, contra quem os judeus, devem se defender para sobreviver. Com grande satisfação, o mundo permite e reinicia a reescritura da história para alimentar a raiva de outro povo contra os Judeus. Isso apesar do fato de que as nações compreendem muito bem que a paz entre as partes, poderia ser discutida se os Judeus dispusessem de uma chance igual. Em vez disso, eles pularam de alegria no trem do ódio, para justificar sua inveja dos Judeus e sua incompetência em resolver seus próprios problemas morais. Quando os judeus observam o jogo bizarro que se passa em Haya, eles só podem sorrir, porque este jogo artificial só prova mais uma vez, quanto o mundo admite paradoxalmente, o caráter único dos Judeus. É a necessidade de minar os Judeus, que os faz na realidade elevá-los. A atitude da história da Europa, no correr dos séculos passados, nos ensina uma lição única: que as nações que receberam, e de uma certa forma trataram com justiça e clemência os Judeus, prosperaram, e que as nações que os torturaram e oprimiram , traçaram eles mesmos seu próprio flagelo.

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