Total de visualizações de página

domingo, 13 de março de 2011

Esculturas revelam origem pagã da doutrina católica “à Trindade”



Esta escultura abaixo, de séculos de existência, na França, representa a coroação da “virgem” Maria pela trindade. A crença na trindade levou à veneração de Maria como “Mãe de Deus”. No final deste artigo você encontrará links, que revelam como a introdução da crença trinitariana entre os adventistas tem levado o atual povo de Deus, o Israel espiritual, a IASD, para o lado da idolatria, (adoção do uso de imagens expressamente proibido no segundo mandamento da lei de Deus) e para o lado do ecumenismo (União ou Associação com povos que pisam a lei de Deus e dela pouco caso fazem) Não se espante com o que você verá, lembre-se, o mesmo já ocorreu no passado com o povo escolhido de Deus; O Israel literal. (Ver I Reis 11:33; II Reis 23:13; Juizes 2: 11-13 e Ezequiel 8:1-18).
O Historiador Will Durant observou: “O cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou... do Egito vieram a idéias de uma trindade divina”. E no livro Egyptian Religion (Religião Egípcia), Siegfried Morenz diz: “A trindade era uma das principais preocupações dos teólogos egípcios... Três deuses são combinados e tratados como se fossem um único ser, a quem se dirige no singular. Deste modo, a força espiritual da religião egípcia mostra ter um vinculo direto com a teologia cristã.
A Tríade dos Grandes deuses
Muitos séculos antes do tempo de Cristo havia tríades, ou trindades, de deuses na antiga Babilônia e Assíria. A “Enciclopédia Larousse de Mitologia”, francesa, fala de uma dessas tríades naquela região da Mesopotâmia: “O universo era dividido em três regiões, cada qual se tornando domínio de um deus. À parte de Anu era o céu. A terra foi dada a Enlil, Ea tornou-se governante das águas. Juntos constituíam a tríade dos grandes deuses”.

       
Trindade Hindu
No livro “O Simbolismo de Deuses e Rituais Hindus” (em inglês) diz a respeito de uma trindade hindu que existia séculos antes de Cristo: “Xiva é um dos deuses da trindade. Diz-se que ele é o deus da destruição. Os outros dois deuses são Brama, o deus da criação, e Vixenu, o deus da preservação... Para indicar que esses três processos são um só e o mesmo, os três deuses são combinados numa forma única”. – Publicado por: A. Parthasarathy, Bombaim.
Por todo mundo antigo, remontando a Babilônia, a adoração de deuses pagãos agrupados em três, ou tríades, era comum. Esta influência era também prevalecente no Egito, na Grécia, e em Roma nos séculos antes, durante e depois de Cristo. E após a morte dos apóstolos, tais crenças pagãs passaram a invadir o cristianismo.
 

No prefácio do livro History of Christianity (história do Cristianismo), de Edward Gibbon, lemos: “Se o paganismo foi conquistado pelo cristianismo, é igualmente verdade que o cristianismo foi corrompido pelo paganismo. O puro deísmo dos primeiros cristãos... foi mudado, pela igreja de Roma, para o incompreensível dogma da trindade. Muitos dos dogmas pagãos, inventados pelos egípcios e idealizados por Platão, foram retidos como sendo dignos de crença. O dicionário do Conhecimento Religioso menciona que muitos dizem que a trindade “ é a corrupção emprestada de religiões pagãs e enxertada na fé cristã”. E “O Paganismo no Nosso Cristianismo” declara: “A origem da (Trindade) é inteiramente pagã.     
É por isso que na Enciclopédia de Religião e Ética, James Hastings escreveu: “Na religião indiana, p. ex., temos o grupo trinitário de Brama, Xiva e Vixenu; e na religião egípcia, como o grupo trinitário de Osíris, Isis, e Hórus... Tampouco é apenas em religiões históricas que encontramos Deus sendo considerado como uma Trindade. Vem-nos à mente em especial o conceito neoplatônico da Suprema e Derradeira Realidade”, que é “representada triádicamente”. O que tem haver com a trindade, o filosofo grego Platão? Platão segundo se pensa, viveu de 428 a 347 antes de Cristo. Embora não ensinasse a trindade na sua forma atual, as suas filosofias pavimentaram o caminho para ela. Mais tarde movimentos filosóficos que incluíam crenças triádicas floresceram, e estas eram influenciadas pelas idéias de Platão a respeito de Deus e da natureza.   
No livro “História da Igreja Cristã” de W. Walker, páginas 230, 231, 233 e 234 nos conta o seguinte: “Em Milão, Agostinho entrou em contato com a pregação poderosa de Ambrósio,... A instâncias de sua mãe, ficou noivo,... Separou-se de sua primeira concubina, mas veio a estabelecer relações ainda menos dignas com outra. Foi esse o ponto mais baixo de sua vida moral. A essa altura Agostinho entrou em contacto com o neoplatonismo (v. p 146), por intermédio das traduções de Vitorino. Foi para ele quase como que uma revelação... Essa nova filosofia que veio a permear todo o ensino de Agostinho tornou-lhe possível aceitar o cristianismo. Ficou impressionado com a autoridade da igreja, como seria muito natural para quem escutasse Ambrósio...”.
“Em Agostinho, portanto, o primeiro pensamento a respeito de Deus era sempre o de uma relação pessoal com um ser, somente em quem o homem pode encontrar real satisfação e bem. Quando, no entanto, refletia em Deus filosoficamente, fazia-o em termos tomados do neoplatonismo... A doutrina trinitariana de Agostinho está consubstanciada no seu grande tratado “Sobre a Trindade”, cuja influência foi preponderante em todo o pensamento teológico ocidental posterior”.
Tertuliano, Orígenes e Atanásio haviam ensinado a subordinação do Filho e do Espírito ao Pai. Agostinho deu tal ênfase à unidade que ensinou a plena igualdade das “pessoas”. “É tão grande a igualdade nessa Trindade que não só o Pai não é maior que o Filho no que se refere à divindade, nem o Pai e o Filho juntos são em nada maiores do que o Espírito Santo”.   
       
Santo Agostinho, como é popularmente conhecido hoje, foi o homem que influenciado pela filosofia neoplatônica, fundamentou a crença trinitariana definitivamente entre os cristãos. Estas são as verdadeiras fontes da origem na crença trinitariana, tão comumente difundida e aceita pela maioria das pessoas que se dizem cristãs. Se o pouco que lhe contamos sobre Agostinho, que de Santo nada tinha como provam os livros de história, não lhe serve para pelo menos refletir sobre sua fé, naquilo em que ele próprio (Agostinho) admitiu não ter como definir, chamando-o de Mistério da Santíssima Trindade; resta-nos também, suplicarmos a Deus, que Seu Espírito lhe seja outorgado e que toda a verdade resplandeça sobre a vossa face. Amém.
Ilustrações extraídas originalmente de: Colegiado de Montreal, Yonne, França, página 31. Igreja de Tagnon, França, página 10, (7). Museu Bardini, Florença, página 10 (8). Museu de Belas Artes de Troyes, página 2 (á direita). Museu do Louvre, Paris, página 10, (1), (3). Museu Egizio, Turim, página 2, (à esquerda). Museu Guimet, Paris, página 10, (5). Museus Nacionais, França, página 10, (2). Scala, Nova Yorque / Florença, página 8.

Nenhum comentário: