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sábado, 6 de agosto de 2011

ESTUDO PRÉVIO ACERCA DO NÚMERO SETE



O número 7, assim como o número 13, é visto por muitos como um número misterioso, místico, e que muitas pessoas o usam como amuleto de superstição.

No estudo da numerologia, o sete (7) é definido como um número que encerra uma plenitude, algo que não precisa de um complemento; um número que torna algo completo ou perfeito. Na matemática é tido como um número cabalístico, que encerra algumas propriedades mágicas.

O número 7, inscrito em elementos da natureza, demonstra claramente a existência de uma mente inteligente, que arquitetou o nosso mundo com tamanha perfeição. O Sistema Solar e, particularmente o nosso Planeta Terra, é perfeito, não no aspecto da estética, mas no sentido de harmonização de seus elementos.

A Bíblia, para os cristãos, é aceita como a Palavra de Deus. Nela, vemos claramente fatos que envolvem o número 7. Na maioria das vezes, os intentos e juízos de Deus retratados na Bíblia envolvem o número 7. O Sistema Solar só se tornou perfeito na harmonização de seus planetas após 6 eras. Essas eras são descritas no primeiro capítulo do livro de Gênesis. Na primeira era Deus criou a matéria e a luz, e os demais elementos se sucederam nas eras seguintes, mas tudo só veio se harmonizar após o 6º dia da criação. Quando o Sistema Solar atingiu a 7ª era, tudo se harmonizou, e foi possível criar a vida em nosso planeta. E essa afirmação é comprovada de acordo com o que diz Gênesis 2:5-6. Para fazer brotar a plantação primeiramente Deus tinha que fazer chover, para regar o solo. Será que todo esse processo daria para fazer em 24 horas?
Estamos vivendo a 7ª era do Sistema Solar e essa harmonia vai durar até o fim do macro-tempo determinado pelo Criador. Dizem alguns ocultistas que de 7 em 7 tempos o Sistema Solar sofre uma alteração ou agitação. Se for verdade, quando será a próxima?

A criação, descrita na narrativa do primeiro capítulo de Gênesis não está na ordem certa. Segundo estudiosos, Moisés recebeu uma revelação de Deus a respeito da criação na época em que ele esteve no Monte Sinai, recebendo os dez mandamentos, e pôde ter-se confundido no momento em que escreveu o livro. Outros estudiosos chegam a afirmar que Moisés só escreveu a respeito da criação porque ele colheu informações passadas de pai para filho, de geração em geração, desde a saída de Adão do paraíso. Significa que Adão transmitiu as seus descendentes tudo o que ocorreu com ele e Eva no período em que estiveram no paraíso; Adão, por certo, passou aos seus filhos informações dadas por Deus com relação à criação. E ainda outros estudiosos, como os teósofos, afirmam que Moisés só foi capaz de escrever o Gênesis porque foi iniciado nos mistérios das ciências ocultas do antigo Egito, e transcreveu os conhecimentos dos antigos sábios da Suméria ou da Caldéia, sobre a origem do mundo.

Devemos entender que os 6 dias da criação, descritos no primeiro capítulo de Gênesis, podem ou não ser dias de 24 horas. Pela ordem, note que foi somente no 4º dia que Deus criou o Sol, a Lua e as estrelas. Ora, o que determina a duração de 24 horas é somente o movimento de rotação da Terra, e pela lógica, a Terra já existia antes dos astros luminosos. A luz do Sol, nesse caso, apenas indica o período do dia e da noite. A primeira luz criada por Deus não foi uma luz emitida de estrelas.

Há uma outra hipótese de que os 6 dias da criação são 6 grandes eras. Essas eras podem ter durado milhões de anos. O salmista diz: “Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite” (Salmo 90:4). Pedro também diz: “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (II Pedro 3:8).

Existem dois relatos da criação. Moisés se baseou em mais de uma fonte de informação sobre o relato da criação. O primeiro vai de Gênesis capítulo 1 ao capítulo 2:3; o segundo relato começa exatamente em Gênesis 2:4. Repare que a primeira narrativa afirma que os Elohim (deuses ou Deus) criaram as plantas e os animais antes de o homem ser criado. Na primeira narrativa os Elohim criam o homem e ordenaram: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”. E também não há relato da criação do Jardim do Éden. No segundo relato diz que Deus-Javé (nos originais não consta o termo Elohim) primeiramente criou o homem do pó da Terra e somente depois foi que criou o Jardim do Éden, as plantas e os animais, e os trouxe e entregou a Adão. Em Gênesis 2:5 diz que “não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra”. Será que todo esse processo de fazer chover e esperar brotar as plantas durou apenas 24 horas? A fé irracional diz que sim. Porém, toda a obra da criação foi um processo que durou longos dias. Lembremo-nos que mil anos para Deus é como se fosse um dia. Logo, os seis dias da criação poderiam ser seis mil anos.

O estudante de teologia não deve ler os relatos e histórias da Bíblia como se lê um jornal ou um livro qualquer. É preciso focar a visão da mente no que será lido antes, durante e depois. Por exemplo, na Bíblia tem dois salmos repetidos (Salmos 14 e 53). Você já havia percebido? As melodias dos salmos podem ser diferentes, mas o poema é o mesmo.

Para fazer um estudo comparativo do relato do livro de Gênesis, leia também a versão da Bíblia Católica, porque a tradução do nome de Deus é mais fiel ao original. O nome Javé ou Jeová não deveria ser traduzido por “Senhor”, pois é um nome próprio. E os teólogos tendenciosos não deviam esconder a verdade quanto a tradução do nome Elohim na primeira narrativa da criação, pois, “Elohim” significa literalmente “deuses” e não “Deus”. A teologia católica inventou a tradução do vocábulo “Elohim” como “Deus”, para sustentar a doutrina da Trindade. O salmo 82:1-6 chama os juizes de Israel de “deuses” e nem por isso vamos dizer que isso é coisa de ocultismo. Os deuses, aos quais se refere o salmo 82, podem ser os 24 anciãos que julgam ao redor do trono de Deus, no Céu. O próprio Senhor Jesus fez referência a este salmo (João 10:34-35).

Então, continuando, percebemos que o Universo, na sua totalidade, ainda não está perfeito, ou seja, em plena harmonia. Segundo as descobertas científicas obtidas através das imagens capturadas pelo telescópio espacial Hubble, o Universo continua em expansão. Ou seja, o Universo só irá parar de se expandir quando chegar ao sétimo e último estágio de expansão. O último estágio pode sofrer interferência direta de Deus antes do seu término, ou então o tempo se completará, e o Universo entrará num estado de entropia, de regressão e resfriamento. Por enquanto, a expansão do Universo continua acontecendo por causa da voz do Criador, que até agora continua ecoando no espaço. Deus disse: “Haja luz!” E houve luz. E disse Deus: “Haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas” (Gênesis 1:3,6). Deus pode ter ordenado: “Haja a matéria!”. Essa é a única explicação para o famoso “Big-Bang” dos cientistas. O Sistema Solar, no entanto, não está mais em expansão, porque já completou o seu ciclo de expansão, quando o sétimo planeta entrou na composição do sistema.

Na época em que ocorreu a extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, o Sistema Solar ainda não se encontrava em harmonia; um dos planetas deve ter causado uma agitação na órbita dos demais planetas, o que ocasionou tremendas alterações na crosta terrestre, ou seja, erupções de vulcões e um superaquecimento da atmosfera. Outros cientistas atribuem esse superaquecimento à colisão de um gigantesco meteoro com o nosso planeta, no Estado do Novo México (EUA).

Os cientistas (químicos, físicos) estudam a matéria, a sua composição; estudam os astros celestes; estudam a natureza e seus fenômenos, mas não associam nada do que acontece a um Ser Criador.

O número 7, inscrito em elementos da natureza e presente na Bíblia, indica a existência de um Ser inteligente, que criou todas as coisas com perfeição.

Deus é um ser absoluto e está num plano imaterial, que o homem não pode alcançar. O cientista, cético ou agnóstico, não quer entender a extensão da Sua grandeza ou faz-se de ignorante, nesse aspecto, porque não há meios de como comprovar a sua existência pela razão física e humana.

Devemos entender que, assim como o homem perscruta o núcleo de um átomo – coisa ínfima, milhares de vezes menor que 1 mm –, também, para Deus o nosso planeta não passa de um átomo. “E [Deus é] o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e o desenrola como tenda para nela habitar” (Isaías 40:22). Em relação ao estudo do átomo, o ser humano se mostra tão grandioso quanto Deus, pois chega a controlar e modificar suas energias; consegue até mesmo destruir o núcleo de um átomo, como no caso da construção da bomba atômica, que é fabricada através do enriquecimento do Urânio ou do Plutônio (elementos químicos radiativos, cujo núcleo, com 92 prótons, é mais pesado que os de outros elementos da natureza). Assim como Deus enxerga e controla todo o Universo, o homem também perscruta o átomo e contempla todas as suas funções.

Em resumo, vou citar somente alguns casos e fatos onde o número 7 aparece inscrito e vou tecer algumas considerações. São coisas espantosas que aprendi, e observei na natureza e nas Sagradas Escrituras.

1) Na composição do átomo (a menor parte da matéria), podem existir até 7 níveis de energia. Ou seja, ao redor do núcleo de qualquer átomo (a eletrosfera) só pode haver no máximo 7 camadas de energia ou sete camadas de elétrons.

Nos átomos dos 115 elementos químicos conhecidos (92 naturais e 23 criados pelo homem), podem ocorrer 7 níveis de energia (contendo elétrons) representados, respectivamente, a partir do núcleo, pelas letras: K, L, M, N, O, P, Q ou pelos números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, chamados de números quânticos principais. Para cada camada eletrônica existe um número exato de elétrons. Um elétron pode passar de uma camada para outra, mas se a outra não estiver completa. Um dos mais respeitados físicos do mundo afirmou que os elétrons parecem possuir vida própria, pois, ou eles se controlam entre si, ou alguma força ou lei externa os orienta a se comportarem daquela maneira. A coisa é tão séria que alguns chegam a dizer que “Deus” é o próprio átomo ou a própria natureza. Dizem outros que a matéria, que pensamos ser “inanimada”, na verdade é bem animada e parece ter vida própria.

Os 92 elementos químicos da natureza, descritos na Tabela Periódica, são divididos em 7 agrupamentos.

Vemos que isso demonstra o poder de Deus interferindo diretamente na constituição e criação dos elementos químicos da natureza.

O átomo de núcleo mais pesado tem exatamente 92 prótons. Nada mais, além disso.

2) No livro de Gênesis lemos que Deus criou o mundo em 6 dias e no 7º dia descansou, ou seja, Deus cessou a sua obra em relação ao nosso Sistema Solar, porque já estava tudo perfeito e harmonioso no sétimo ciclo ou período. Alguns teólogos dizem que Deus não descansou fisicamente, porque espírito não se cansa. Mas, em Êxodo 31:17 diz: “Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério”. [“Será um sinal perpétuo entre mim e os filhos de Israel, porque em seis dias Javé fez o céu e a terra, mas no sétimo dia ele parou para respirar”] – (Bíblia versão católica). Alguém poderá dizer que o texto é metafórico, mas a idéia de ser literal também não está descartada.

3) Após o dilúvio, Deus fez aparecer o arco-íris no céu, como um pacto ou sinal entre Ele e os humanos, no qual jurava que nunca mais iria castigar os homens com um outro dilúvio.

No arco-íris são observadas 7 cores. Será que isso ocorreu por acaso? Ou foi proposital, para que toda vez que o homem contemple esse fenômeno se lembre de seu Criador? As 7 cores do arco-íris formam a cor branca, quando são aparelhadas na ordem em que aparecem no céu ou quando são refletidas por um prisma.

4) Todos os sons obtidos na natureza ou obtidos artificialmente, em computadores, são compostos apenas de 7 tons e seus respectivos semitons.

São 7 as notas musicais: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si. Os demais sons são chamados de semitons bemóis e sustenidos. Significa que a música só se harmoniza com a existência de 7 tons e as subdivisões de cada tom e semitom. As músicas tocadas e cantadas em todo o Universo são baseadas nesses 7 tons musicais e seus semitons. Os cientistas já modificaram e criaram partículas artificiais na eletrosfera dos átomos, mas não conseguiram aumentar o número de camadas, que são 7. Também, na música ainda não conseguiram formar uma oitava, de forma que ela emita um tom diferente dos tons já existentes.

5) A Lua é considerada pelos astrônomos um corpo estranho ou um astro estranho no Sistema Solar, pois a composição das sustâncias químicas, existente na Lua, não tem relação com as sustâncias da Terra. Logo, concluímos que o Criador colocou propositalmente a Lua como um satélite da Terra, para servir de referencial para a contagem do tempo e conseqüentemente manter em equilíbrio a força de rotação e translação do planeta. Se a Lua fosse localizada um pouco mais perto ou mais distante da Terra, haveria uma alteração tremenda na velocidade dos movimentos de rotação e translação.

Observamos que cada fase da Lua dura 7 dias. Por isso, a semana tem 7 dias. As quatro fases da lua duram 28 dias. Por isso, os meses são de 28 a 31 dias.

6) A diferença de chocamento dos ovos das aves é de 7 dias. A galinha choca os ovos durante 21 dias; o ganso, durante 28 dias; o papagaio, durante 42 dias; etc. A pergunta é a seguinte: Por que tem que ser exatamente 7 dias essa diferença?

7) Existe um jogo japonês de nome Tangran. Esse jogo compõe-se de um quadrado, o qual é recortado em 7 figuras geométricas diferentes. Com as 7 peças é possível criar uma imensidade de figuras de animais ou coisas. Observamos nesse jogo que, realmente, o número 7 encerra uma plenitude. No livro de Apocalipse, a Nova Jerusalém, a cidade de Deus é descrita como uma cidade quadrada.

Para os israelitas conquistarem a cidade de Jericó, Deus ordenou que o povo desse uma volta ao redor da cidade a cada dia, durante 6 dias, e no 7º dia teriam que dar 7 voltas ao redor da cidade, e Deus ordenou, também, que 7 sacerdotes tocassem 7 cornetas durante as 7 voltas ao redor da cidade e, no final, ordenou que gritassem com toda força e tocassem todos os instrumentos, para que os muros da cidade desmoronassem. E assim fizeram e aconteceu.
Então, qual será o mistério do número 7? Esse fato é uma verdadeira cabala bíblica.

9) Pedro, discípulo, perguntou a Jesus se tínhamos que perdoar o nosso próximo até 7 vezes. Porém, Jesus respondeu que deviam perdoar não somente até 7 vezes, mas até 70 vezes 7 (490 vezes).

10) No livro do Apocalipse vemos o maior número de ocorrências em que o número 7 é retratado nos intentos e juízos de Deus. João contempla 7 castiçais e 7 candeeiros; João visualiza a situação espiritual de 7 igrejas da Ásia, na sua época. Essas igrejas são simbólicas para o nosso tempo.

Novamente vemos Deus tomar 7 coisas como modelo, para demonstrar a suficiência de algo.

11) João visualiza um livro com 7 selos; visualiza, também, 7 anjos com 7 trombetas, e depois 7 taças, simbolizando os juízos de Deus com relação a Terra e seus governantes.

12) São 7 as maravilhas do mundo antigo, ou seja, as maiores obras criadas pela mão do homem da Antigüidade. São elas: 1) As Pirâmides do Egito, 2) Os Jardins Suspensos da Babilônia, 3) Estátua de Zeus, 4) Colosso de Rodes, 5) Túmulo do Rei Mausolo, 6) Templo de Ártemis e 7) Farol de Alexandria. Existem, também, as 7 maravilhas da era moderna, tais como: a Muralha da China, a Torre Eifel, em Paris, a Catedral de Notre Dame, de Paris, em estilo gótico, a Estátua do Cristo Redentor do Rio de Janeiro, etc. Alguns brasileiros o Carnaval do Rio de Janeiro como uma das 7 maravilhas do mundo contemporâneo.

13) Faraó, no Egito, teve um sonho com 7 vacas magras e 7 vacas gordas.

14) São 7 os continentes da Terra e 7 são os mares.

15) 7 são as vidas do gato e 7 são os pecados capitais: Avareza, Soberba, Gula, Ira, Luxúria, Preguiça e Inveja.

16) Quando Caim matou Abel, Deus o amaldiçoou e colocou-lhe uma marca para que ninguém o matasse, cometendo outro crime bárbaro como o que ele havia cometido. Deus advertiu que quem matasse Caim, a maldição cairia 7 vezes sobre ele. Lameque se gabava de ter matado dois homens e aquele que o ferisse seria amaldiçoado (vingado) 77 vezes (Gen. 4:24).
A maldição de Caim é uma alegoria da maldição de Lúcifer. Assim como Deus não vingou a morte de Abel, matando Caim, Satanás também não foi preso ou condenado quando transferiu a Adão e Eva no paraíso o conhecimento que não devia transmitir aos homens. Jesus, quando se encarnou, não falou nada além do que o Pai lhe instruiu. A marca que Satanás recebeu foi aquela maldição proferida em Gênesis 3:14. “Sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida”. Essa maldição não foi dirigida a um animal irracional; foi dirigida a Lúcifer. Satanás ficou alienado de Deus e errante (fugitivo) neste mundo; perdeu os direitos e a primazia que detinha, pois ele era o regente da criação de Deus e o “portador da luz” entre as criaturas. O direito de primogenitura foi entregue a Jesus. Lembre-se da história de Esaú e Jacó. Esaú tinha a primazia da bênção de Isaque, seu pai, mas não valorizou o seu direito e sua posição; da mesma forma Satanás trocou tudo que tinha por prazeres carnais (prato de lentilha) e rebeldia contra o seu Criador.

17) Quando Noé construiu a arca, Deus ordenou-lhe que colocasse dois casais de cada animal impuro e 7 casais de cada animal puro. Leia Gênesis capítulos 6 e 7.

18) São 7 os olhos do Senhor, que discorrem por toda a terra. (Zacarias 4:10).

19) Foram 7 os demônios expulsos de Maria Madalena. (Marcos 16:9).

20) Com 5 pães e 2 peixes Jesus alimentou uma multidão de mais de cinco mil pessoas. 5 + 2 = 7 e levantaram 12 cestos de sobras.

21) Deus instituiu o 7º dia, o Sábado, como dia de descanso, para que o homem descansasse do seu trabalho e tivesse tempo para dedicar adoração ao seu Criador. Porém, o motivo da ordenação da observância desse dia foi mais do que por causa do descanso; Deus tinha algo especial a nos dizer com a guarda do Sábado em relação aos seus planos secretos.

No reino de mil anos de Cristo com a Igreja aqui na Terra, o santo Sábado do Senhor será observado. Todas aquelas festas dos judeus, festas do 7º mês, festas da lua nova, festa dos tabernáculos, do pentecostes, festas das primícias, serão revividas pelos Judeus e todos os povos da Terra serão convidados a participar. No reino milenar os crentes ou cristãos ocidentais terão que se converter ao Judaísmo. Leia Zacarias capítulo 14; Salmo 81:3; Isaías 56:2-6; 58:13; 66:23; Ezequiel 46:1, 4; 44:24.

Quem não guarda os Dez mandamentos da Lei de Deus não merece ler alguns salmos da Bíblia. Toda vez que o salmista fala em deleitar-se na Lei do Senhor ele está se referindo à Lei de Moisés, aos Dez Mandamentos, que inclui o respeito ao dia de Sábado. Hoje há quem diga que a Lei dada pelo Senhor aos judeus era uma Lei pesada, uma lei ruim; mas, ao contrário, o salmista sempre diz que a Lei do Senhor é boa, é perfeita. Se você acha que foi abolido algum dos Dez Mandamentos da Lei de Deus, então jamais leia o Salmo 1, porque a Lei a qual ele se refere é a Lei de Moisés.

Jesus não veio para abolir a guarda do Sábado através da sua morte ou ressurreição. Tanto é verdade, que Jesus ditou uma profecia que iria acontecer muitos dias depois da sua morte e ida para o céu, onde ele demonstra preocupação e compaixão pelos judeus que iriam morrer na invasão e destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da E.C. “Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19, 20). Por que seria mais difícil a fuga no dia de Sábado? Significa que o Sábado continuaria sendo respeitado naqueles dias.

22) Um escravo hebreu só poderia prestar serviço durante 6 anos (Êxodo 21:2; Jeremias 34:14); mas, no 7º ano ele ficava livre, tinha a sua liberdade.

23) Havia também o ano sabático: 6 anos os hebreus tinham que plantar, colher e armazenar bastante mantimento, porque o 7º ano era ano de descanso. Havia, ainda, o ano do jubileu, que se comemorava após sete semanas de anos.

O 7º milênio está quase chegando; ele deve ser contado pelo calendário lunar, ou pelo calendário Judeu. O sétimo milênio é o milênio do descanso, ou o “ano do jubileu” para a Terra e principalmente para o povo de Deus.

24) Eram comemoradas 7 festas religiosas pelos hebreus, e havia uma que era festejada especialmente no 7º mês. A festa do Pentecostes (qüinquagésimo dia) era comemorada após sete semanas. A palavra “pentecostes” não tem nada a ver com operação do Espírito Santo ou avivamento.

25) A luz do Sol emite 7 raios, entre os quais posso citar raio ultravioleta, raios-X, raio gama e raio infravermelho.

26) Quando Israel (Jacó) desceu com sua família ao Egito, foram 70 pessoas com ele.

27) Quando José morreu, no Egito, os egípcios lamentaram a sua morte durante 70 dias (Gen. 50:3).

28) Em Jó 5:19, fala sobre as seis angústias (aflições) em que o homem pode sofrer e ter o livramento de Deus, mas na 7ª vez o mal não lhe tocará.

29) Em Provérbios 6:16 lemos que há 7 coisas que Deus abomina.

30) Em Provérbios 9:1 lemos sobre as 7 colunas da sabedoria. Sete são os jurados de um tribunal de juri (julgamento).

31) Os 70 livros inspirados da Bíblia são as colunas que sustentam o plano de Deus na Terra.

32) Sete vezes cai o justo e se levanta. Prov. 24:16.

33) As 7 abominações do coração do homem. Prov. 26:25.

34) A janela do Templo do Senhor, construído por Salomão, que dava para a banda do oriente, era vista por uma escada de 7 degraus (Ezequiel 40:22). A escada que dava acesso ao trono do palácio do rei Salomão tinha 6 degraus, e o trono mesmo ficava no sétimo degrau.

35) Os 7 tempos simbólicos dados ao rei Nabucodonosor (Daniel 4:16).

36) Existem 7 camadas da atmosfera da Terra e 7 céus. Existem, também, 7 camadas da Terra. Dizem os antigos que uma cova de sepultura tem 7 palmos de profundidade.

37) Nas ordenanças ao povo judeu havia uma referente à guarda do 7º ano, o ano do descanso. Seis anos o povo devia trabalhar e armazenar bastante alimento. Mas, no sétimo ano deviam parar todas as atividades e descansar.

Ora, o significado disso é tão claro e evidente para nós, e não consigo entender por que os melhores estudiosos das profecias bíblicas não atentaram para isso. Se existiram os seis dias da criação, e depois veio o sétimo dia, o dia do descanso; se Deus ordenou ao seu povo trabalhar seis anos, e no sétimo ano descansar; logicamente que para o povo judeu e a Igreja a mesma ordenança se estenderia em relação ao período de mil anos. Significa que em seis mil anos os judeus e a Igreja exerceriam suas atividades na Terra, mas no sétimo milênio teriam que descansar. O calendário gregoriano não devia existir, e se existiu foi para esconder a verdade sobre a contagem dos tempos.

38) O povo de Israel destruiu 7 nações até tomar posse da terra de Canaã, a Palestina.

39) As 70 semanas proféticas do livro do profeta Daniel, que ainda não se cumpriram totalmente.

40) O tempo de cativeiro do povo judeu na Babilônia foi de 70 anos.

41) A missão dos 70 discípulos de Cristo foi novamente uma forma implícita de Jesus demonstrar o cumprimento das coisas e do tempo.

42) A destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da Era Cristã, predita por Jesus, também não foi uma data por acaso.

43) A média de vida dos seres humanos é estimada em 70 anos, conforme escreveu o salmista.

44) São 7 os países que possuem a bomba atômica: Estados Unidos da América, Rússia, China, França, Inglaterra, Índia e Paquistão. Três países pretendem ter a bomba, mas são impedidos pelos EUA: Iraque, Irã e Coréia do Norte.

45) Eram 7 as transas do cabelo de Sansão.

46) No reino Medo-Persa havia 7 príncipes, que simbolizam os sete anjos príncipes de Lúcifer. (Éster 1:3, 11, 14 e Daniel 10:13, 20).

47) O general Naamã teve que mergulhar 7 vezes no rio Jordão para ser curado da lepra.

4 No ano de 2007 o planeta Terra atingiu a marca de 7 bilhões de habitantes.

49) São 7 os algarismos romanos: I, V, X, L, C, D e M. Com essas sete letras é possível escrever qualquer número.

Em fim, citei somente esses quarenta e poucos casos. Mas, poderia citar muitos e muitos fatos da natureza, casos e relatos da Bíblia em que ocorrem referências ao número 7. Mas, isso fica para você mesmo pensar e descobrir mais coisas relacionadas ao número 7.

O que está sendo tratado, aqui, é apenas uma prévia do estudo do número 7 e o seu significado na Bíblia.

Tenha em mente que o estudo do número sete é baseado, também, nos seus múltiplos: 42, 49, 70, 420 e 490.

Na Bíblia, quando o número 40 ou 400 aparece, significa um arredondamento do número 42 ou 420, ou seja, 6 períodos de 7 tempos ou 6 períodos de 70 tempos. O número 6 é o número do homem; 6 representa o limite do homem, o limite do sofrimento, o limite da escravidão, o limite do domínio. Da mesma forma, o número 42 ou 420 representa um período de sofrimento, tribulação ou prova. As chuvas do dilúvio duraram 40 dias, Moisés passou 40 dias recebendo os Dez Mandamentos no Monte Sinai, Jesus passou 40 dias no deserto sendo tentado pelo Diabo; a mulher passa 40 semanas esperando para dar à luz um filho; “42 meses” (ou 40 arredondados) será o período da Grande Tribulação narrado no Apocalipse. E assim por diante.

No livro do profeta Daniel fala-se sobre 70 semanas proféticas (7×10) determinadas sobre o povo hebreu; 420 anos (6×70) foi o tempo de escravidão dos hebreus no Egito; passaram 42 anos (6×7) anos vagando no deserto; passaram 490 anos (7×49) habitando na terra de Canaã; passaram 70 anos no cativeiro babilônico; 70 é número total dos livros inspirados da Bíblia e 70 é o número dos eruditos que traduziram a primeira versão da Torá para a língua grega, um século antes de Cristo.

Para efeito de cálculos e contagem de tempos bíblicos deve-se usar o calendário luni-solar, ou o calendário de Israel, o calendário judaico, que tem seu início no ano 3.761 a.C. O ano profético é de 360 dias e não 365. Bobo é o estudioso que toma o calendário do Papa, o Calendário Gregoriano, para calcular os tempos proféticos. Além do calendário do Papa (organizado pelo historiador Dionísio) ter um atraso de 5 anos, há um grande erro em se começar a contar o início da dispensação da graça no ano Dominni (Ano do Senhor ou ano do nascimento de Jesus), o ano 1 da Era Cristã. O período da Graça de Deus começa no ano da morte e ressurreição de Jesus: ano 29 E.C.

NOTA IMPORTANTE:

É importante o estudioso da Bíblia ter em mente que não existem outras formas de se fazer cálculos para tentar desvendar os mistérios das profecias além do mistério do número sete e o estudo dos códigos dos cincos livros da Torá judaica, livros dos profetas e os salmos, através de programas de computador (Lucas 24:27; João 10:34-35 - A Lei a qual Jesus se refere é o livro dos Salmos). Se os estudantes dos códigos da Bíblia, através do computador, descobrirem a data exata do cumprimento ou realização das profecias, não devem jamais divulgar abertamente ao público leigo. Da mesma forma, os estudantes do significado do número sete na Bíblia, não devem divulgar as possíveis datas do cumprimento das profecias; devem apenas “sugerir”, ou seja, devem divulgá-la não afirmado que são revelações do Espírito Santo ou uma profecia da parte de Deus; e se houver certeza plena da data, deverá divulgá-la através de um novo enigma, assim como fez o profeta Nostradamus. Muitos incautos têm caído em vergonha e descrédito porque se acham investidos do Espírito Santo e profetizam mentiras em nome de Deus.

Saiba, também que, pelo que tudo indica, o estudo das profecias, através do significado do número sete, é pioneiro em sua divulgação pública, pois ainda não se encontra disponível nenhuma literatura que trate com tanto detalhes a respeito do significado do número sete, na Bíblia. A cabala judaica, o livro de Zohar, o Livro de Enoque e a literatura dos teósofos falam a respeito do significado cabalístico do número sete, mas não há um estudo mais aprofundado sobre o seu real significado. Sei, porém, que a elite do Vaticano, alguns iniciados na Teosofia, e outros iniciados nos mistérios mais ocultos da cabala sabe o significado secreto do número sete inscrito na Bíblia e na natureza; os únicos que não sabem de nada são os teólogos evangélicos. Dos grandes pregadores evangélicos conhecidos, parece que somente a pastora Valnice Milhomens sabe alguma coisa a respeito do significado do número sete.

Chamo a atenção dos teólogos e de qualquer pessoa que acredita na Bíblia para a seguinte verdade, que está passando despercebida: “Se não estou certo ao defender o fato de que existe um significado secreto ou subliminar do número sete (7) na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse, então o Deus da Bíblia, o Deus que servimos é completamente supersticioso, pois empregou esse número para estabelecer as leis dadas aos hebreus e o empregou, principalmente no Apocalipse, para ditar as profecias aos homens”. Mesmo que o número sete encerre significado de totalidade, de complemento ou de perfeição, isso não justifica o fato de Deus tê-lo empregado de forma tão explícita e contundente no livro do Apocalipse, pois, isso se caracteriza como algo supersticioso. Outro número que parece ser usado por superstição é o número 12. Se os teólogos de plantão não conseguem demonstrar nenhuma justificativa para Deus gostar tanto do número sete, então, significa que Deus é mais supersticioso do que nós, seres humanos.

Adivinhando o seu pensamento, vou citar algumas referências bíblicas para mostrar a você que é bíblico fazer cálculos ou interpretações a respeito do significado das profecias.

“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão” (Dan. 12-9-10).

“Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda)” (Mat. 24:15).

“Pois com grande poder refutava publicamente os judeus, demonstrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo” (Atos 18:29).

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apoc.13:18).

“Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição” (Apoc. 17:1-11). [Nesta passagem João está desafiando os sábios para desvendar o enigma].

Umas das frases mais profundas que já li, na Bíblia, foi a que o Rei Salomão proferiu no livro dos Provérbios. Lemos: “A glória de Deus é encobrir as coisas; mas a glória dos reis é esquadrinhá-las" (Prov. 5:2). Parafraseando este versículo fica assim: “A glória de Deus é ocultar as verdades das coisas ao homem; mas a glória dos sábios é conseguir decifrá-las”.

Existem outras referências, mas estas são suficientes.


APOTEOSE DO NÚMERO 7

Qualquer número (exceto os divisíveis por 7) sendo dividido por 7, gera sempre uma dízima periódica composta de 6 algarismos, sendo que esses algarismos são sempre os mesmos: 1, 2, 4, 5, 7, 8. Esse fenômeno não ocorre com a divisão de outros números pelos algarismos 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9. Veja:

1:7 = 0,142857…… (Final do número é 7)
2:7 = 0,285714…… (Final do número é 14, o dobro de 7)
3:7 = 0,428571……
4:7 = 0,571428……
5:7 = 0,714285……
6:7 = 0,857142……
8:7 = 1,142857……
9:7 = 1,285714……
10:7=1,428571……
11:7=1,571428……
12:7=1,714285……
13:7=1,857142……
....
22:7=3,142857…., etc, etc.

Os números 3, 6 e 9 jamais aparecem nas dízimas.

Observe, que se efetuando a divisão até o 13º número, temos uma seqüência de 6 dígitos na terminação das dízimas. São os números 7, 4, 1, 8, 5, 2. As ordens dos 6 dígitos se mantêm nos dígitos iniciais e nos dígitos do meio das dízimas. Os 6 dígitos iniciais na seqüência das dízimas são: 1, 2, 4, 5, 7, 8.

Se multiplicarmos o número 0,142857 por 7 resultará o número 0,999999. São 6 dígitos, que basta apenas um 7º elemento para que se complete uma unidade real, ou seja, o número 1, que irá preencher o vazio, simbolizado pelo zero. Temos, então, 0,999999 + 0,000001 = 1.

As dezenas da dízima 142857 podem ser entendidas assim: 14 é o dobro de 7; 28 é o dobro de 14 e 56 é dobro de 28. Logo, para haver perfeição, o algarismo 6 foi arredondado para 7. Então, ficou 142857.

A divisão por 7, que gera uma dízima de 6 dígitos, pode ser imaginada da seguinte forma: ao dividirmos um número por 7, obtém-se uma divisão infinita. Para que a divisão cesse, a lógica da divisão segue até ao 6º ciclo (sexto algarismo), e finalmente existe um arredondamento do número no 6º dígito, para que se encerre a divisão. Logo, o número 7 marcou o final da expansão da divisão. Ou seja, o algarismo 7 tornou o número pleno, ou matematicamente falando, tornou o número racional.

Existem outros números que ao ser dividido por um número primo, como no caso o 17, gera uma dízima com o total de dígitos igual ao divisor (menos 1). Mas, essa característica cabalística está relacionada ao número sete, porque o nº 17 possui o algarismo 7.

Podemos concluir que o número 7 encerra uma plenitude; expressa algo que não precisa de um complemento. Ou seja, o número 7 é um elemento que põe limite a todas as coisas criadas ou determinadas por Deus. Vemos isso acontecer no ato da criação do mundo em 6 eras, descrito no livro de Gênesis, sendo aperfeiçoada a obra no 7º dia ou 7ª era; vemos, também, acontecer o mesmo fato na composição do nas sete camadas que compõe o átomo.


SOBRE OS ÁTOMOS

A hierarquia dos átomos

Os átomos que os cientistas criam no laboratório são artificiais e transitórios. Eles duram frações de segundo e se desintegram. Ou seja, perdem parte de sua massa, e o que resta são átomos comuns. O motivo é que, como seus núcleos são pesados demais, se tornam instáveis. É como se desmoronassem por não conseguir manter juntos todos os seus componentes, os prótons. Assim, não existem átomos com mais de 92 prótons na natureza, que dão origem a 92 elementos químicos: o mais simples é o de hidrogênio, que só tem um próton. O mais complexo, com 92 prótons, é o de urânio.

A tabela periódica dos elementos químicos, organizada no século XIX pelo russo Dmitri Mendeleev, superou os 92 elementos químicos naturais e inclui hoje outros obtidos artificialmente. Os elementos superpesados, ou transurânicos, são produzidos em reatores nucleares ou em imensos aceleradores de partículas. Os dois mais novos integrantes da família química - os elementos 116 (com 116 prótons e 173 nêutrons no núcleo) e 118 (com 118 prótons e 175 nêutrons) - foram construídos em junho de 1999 por pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos. No total, os físicos já obtiveram 23 transurânicos.


OUTRA CURIOSIDADE:

Alguns cientistas estimam a idade do Universo em 13 bilhões de anos. Na natureza são encontrados apenas 92 elementos químicos. O número máximo de prótons no núcleo do átomo de um elemento químico não ultrapassa 92. O total de prótons é de acordo com o total de elementos químicos na natureza, que são 92. Quando o Universo passar mais uns milhões de anos, outros elementos químicos podem surgir naturalmente na natureza. Apesar disso, o homem já criou, em laboratório, mais de 20 elementos químicos artificiais, mas são sub-elementos.

Agora veja: ao dividirmos 92 por 7, obtemos o número 13,142857……

Neste quociente temos a idade estimada do universo: 13 bilhões de anos.

Em 1999 fez-se a primeira imagem da órbita dos elétrons em torno de um núcleo atômico. Seu autor, o físico J. M. Zuo, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, usou uma técnica, a difração de raios-X, e obteve uma radiografia dos elétrons em torno de núcleos do cobre. Como o movimento dessas partículas determina a ligação dos átomos uns aos outros nas moléculas e nos cristais, o feito de Zuo ajudou a resolver umas das questões mais fundamentais da química. É extremamente difícil observar os elétrons porque eles são mais de 1 milhão de vezes menores que 1 mm e giram ao redor do núcleo dos átomos a cerca de 10 milhões km/h.
A descoberta dos 6 Quarks mostra claramente a existência das 6 eras de transformação e evolução do Universo (fases da matéria), e podem estar relacionados, implicitamente, nas 6 eras da criação, descritas no livro de Gênesis. Porém, como a maioria dos cientistas são céticos, não associam as suas descobertas aos relatos bíblicos.


OS SEIS QUARKS

A idéia de que a parte mínima da matéria era o átomo foi proposta ainda no século V a.C. pelo filósofo grego Demócrito e perdurou até o início do século XX. Mais recentemente, em 1964, o norte-americano Murray Gell-Mann (1929-), que ganharia o Prêmio Nobel de 1969, sugeriu outra hipótese: a matéria poderia ser subdividida em partes ainda menores, chamadas por ele de quarks. Atualmente sabe-se que existem seis tipos de quarks. Desse total, apenas dois entram na composição de prótons e nêutrons. Os demais existiram apenas nos primeiros momentos da criação do Universo e só podem ser recriados dentro dos aceleradores de partículas. Os aceleradores são longas pistas circulares onde os físicos lançam pedaços minúsculos de matéria e de antimatéria, uns contra os outros. Impulsionadas por um fortíssimo campo magnético criado por potentes eletroímãs, as partículas viajam a uma velocidade próxima à da luz (300.000 km/s). Ao se chocarem, elas se estraçalham em ínfimos pedaços que duram frações mínimas de segundo.

Em 1994, uma equipe internacional do Laboratório Fermilab, nos Estados Unidos (EUA), confirmou a existência da mais pesada das subpartículas fundamentais da matéria, o quark top (topo). O top já fora detectado no ano anterior, por outro grupo de pesquisadores, no mesmo laboratório. Com a confirmação, os físicos completaram a lista de subpartículas que compõem toda a matéria existente na natureza.

Em resumo, os seis Quarks:

1º) Up (para cima) – É o mais leve dos quarks. Cada próton possui dois up em seu interior. Cada nêutron, um.

2º) Down (para baixo) – Faz dupla com o up na constituição da matéria. Cada próton tem um down e cada nêutron, dois.

3º) Charm (charme) – Maior que o up e o down, só aparece em aceleradores de partículas, por um milionésimo de milionésimo de segundo.

4º) Strange (estranho) – Par do charm, é também pesado demais para se manter inteiro na natureza. Só existiu nos primeiros momentos da criação do Universo.

5º) Top (topo) – O mais pesado dos quarks, tem massa igual à de um átomo de ouro. Nos aceleradores, sobrevive por apenas 0,0000000000000000000001 segundo.

6º) Bottom (fundo) – Também é pesado demais para existir hoje. Nos aceleradores, dura apenas um milionésimo de milionésimo de segundo.


CONCLUSÃO

Depois de você ver todas essas considerações a respeito do número 7, o qual está diretamente ligado à obra da criação e aos intentos e juízos de Deus em relação aos homens, a Satanás e aos anjos que se rebelaram, será que no seu coração e na sua mente ainda não brotou uma fagulha de fé? Na Bíblia lemos que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Deus quer ver o homem buscá-lo espontaneamente; quer ver a fé do homem e a sua submissão ao seu poderio. Se Deus tivesse criado as coisas mais esteticamente perfeitas e bem explicadas pela razão de ser, seria mais fácil ao homem atribuir a arquitetura do Universo a um ser inteligente, ou seja, Deus.
Deus é tão sábio e inteligente, que colocou esses pequenos detalhes na Bíblia para testar os homens, para ver se são capazes de perceber algo extraordinário, inserido implicitamente nos fatos narrados. Os próprios códigos da Bíblia, que estão sendo revelados atualmente através de programas de computador, são mais uma prova do quão divina e inspirada é a Bíblia.

Embora as coisas que Deus faz não sejam perfeitas na aparência, mas elas revelam outros aspectos que mostram a magnificência de Deus. Um exemplo de que o que Deus faz não é como o homem deseja ou espera, é o caso da vinda de Jesus ao mundo, sua revelação como Filho de Deus (o mistério oculto durante milênios) e sua morte em favor da humanidade. Nas Escrituras Sagradas do Antigo Testamento, tudo foi preparado de antemão, prevendo a morte de Jesus na cruz do Calvário, para que se consumasse a obra da redenção do homem, porque ele havia pecado. Porém, a morte de Jesus na cruz poderia não se consumar, porque dependia da abnegação e resignação de Jesus em morrer pela humanidade numa terrível cruz. Satanás intentou por diversas vezes fazer com que Jesus desistisse de seu sacrifício. Tudo isso é confirmado nos quatro evangelhos. Jesus foi tentado pelo Diabo quanto este jejuando por 40 dias. Quando Pedro disse que daria a vida por seu Mestre, Jesus atribuiu as suas palavras as palavras Satanás, porque Ele não queria ouvir nenhum incentivo para desistir da missão que lhe foi confiada pelo Pai. Satanás perturbou a mulher de Pilatos, e ela mandou uma carta a Pilatos, solicitando que não condenasse Jesus à morte. Até nos últimos instantes da crucificação um dos dois ladrões que fora crucificado, instigado por Satanás, desafiou Jesus a descer da cruz e salvar a todos. Mas, o segredo da morte de Jesus está na forma como Ele pregou as boas novas. E isso foi um plano traçado por Deus, para que a morte de Jesus ocorresse naturalmente. Estava escrito que Jesus teria que padecer e ser entregue nas mãos dos homens e morrer. Se Jesus pregasse as boas novas mais pacientemente, se explicasse tudo o que ele havia falado por parábolas ao povo, e não provocasse as autoridades daquela época, jamais o teriam crucificado numa cruz. Mas, a estratégia usada por Jesus foi a pregação, na maioria dos casos, por parábolas. Aí estava o segredo. Nem mesmo os discípulos entendiam muitas coisas que Jesus falava e nem tudo Ele explicava secretamente aos discípulos. A multidão ficava sem compreender nada. Apenas acredita nele como um enviado de Deus por causa dos milagres que ele operava. O povo judeu esperava um libertador, um líder que pudesse salvá-los do jugo romano. Mas o que estava escrito a respeito de Cristo não era o que o povo pensava. E também, a estratégia usada para pregar foi proposital, para que Jesus chegasse até a morte. Devemos entender, aqui, que Jesus não se esforçou para provocar a sua própria morte. Porém, vemos que a morte de Cristo aconteceu de forma natural. Jesus, porém, garantiu aos discípulos que, após retornar para o céu, enviaria o Consolador, o Espírito Santo, que os faria lembrar de todas as coisas que havia ensinado por parábolas. Entenda que Satanás jamais queria que Jesus morresse pelo povo, porque ele sabia que estaria completa a obra de expiação dos pecados da humanidade. Satanás queria que Jesus desistisse da sua morte para salvar a humanidade. Mesmo que Jesus morresse e não ressuscitasse, sua morte teria o mesmo valor do que hoje tem, porque o que valia era sua morte para expiar os pecados da humanidade; a sua ressurreição não tem nada a ver com a purificação dos nossos pecados. De qualquer forma, os santos teriam que ressuscitar, mais cedo ou mais tarde. E Jesus também ressuscitaria no dia do arrebatamento ou no último dia. Repito: se Jesus não tivesse ressuscitado, o simbolismo da sua morte teria o mesmo efeito do que tem hoje, e talvez, teria até mais poder, porque os pecadores se sentiriam mais culpados pela morte horrenda de Jesus, por ter-se tornado maldito por nossa culpa, ao ser levantado no madeiro.
Se Cristo viesse morrer pelos nossos pecados no nosso tempo, em pleno século XXI, você acreditaria em suas palavras? Como você encararia a pessoa de Jesus? Será que as pessoas de hoje encarariam sua mensagem da mesma forma como os judeus encararam, há mais de dois mil anos?

Hoje compreendemos a história de Cristo, porque temos lido a Bíblia e reconhecido a sua história, porque o nosso ponto de vista não é igual ao dos judeus da época de Jesus. Se você sempre soubesse que Deus era um só, e soubesse também que Ele não tinha nenhum Filho, e esse Filho viesse hoje pregar uma mensagem diferente, uma sã doutrina, para esta geração perversa, por certo a maioria o rejeitaria, do mesmo jeito que fizeram os judeus, que o acusaram de ser blasfemo, porque se dizia ser Filho de Deus e ainda perdoava pecado.

Portanto, vemos que as coisas de Deus não são perfeitamente mostradas ou apresentadas. Mas, em todas essas coisas existem evidências da existência do Criador. Deus criou Adão e Eva, e desse casal se originaram todas as raças que povoam a Terra. Porém, como de um só casal puderam surgir tantas raças, cada uma com uma cor de pele diferente, com aparências físicas inexplicáveis, num período de aproximadamente sete mil anos? Isso ocorreu para mostrar ao homem que as coisas de Deus não são como o homem deseja que sejam, tudo baseado na razão e na lógica. As coisas difíceis servem não para dificultar ao homem crer na existência do seu Criador, mas para que o homem creia em Deus pela fé, simplesmente contemplando a grandiosidade das obras de suas mãos.

JEOVÁ É O CRIADOR E SENHOR DE TODOS. JESUS CRISTO É O ÚNICO SALVADOR E MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS.

JESUS É DEUS E FILHO DE DEUS. ELE É O PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO DE DEUS, OU SEJA, ELE FOI O MOTIVO PRIMORDIAL PARA A EXISTÊNCIA DO MUNDO.

OBTER O CONHECIMENTO DE FORMA ERRADA, PARA DEPOIS NEGAR A EXISTÊNCIA DO CRIADOR, MELHOR SERIA TER NASCIDO POBRE, OU CEGO, OU SURDO E MUDO, OU ENTÃO, SER CONCEBIDO SEM CÉREBRO NO VENTRE DA MÃE.

BEM FALOU JESUS A RESPEITO DOS POBRES E DOS HUMILDES DE ESPÍRITO:

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).

“Então, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus” (Lucas 6:20).

“Naquele tempo falou Jesus, dizendo: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mateus 11:25).

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TEORIA DA COMPOSIÇÃO DO SISTEMA SOLAR
(Uma teoria diferente)

Na composição do Sistema Solar não existem 9 planetas, porque só podem existir 7 planetas, ou seja, só podem haver 7 camadas de energia ao redor do Sol (o núcleo). Se houver mais de 7 planetas, ocorrerá uma desarmonia no Sistema Solar.

Comparando o Sistema Solar com a estrutura do átomo, podemos dizer que o Sol é o núcleo e os planetas são os elétrons que circulam ao redor do núcleo. Quanto maior for a temperatura média da Via Láctea ou do ambiente em torno do Sistema Solar, mais rapidamente giram os planetas.

O processo da criação, descrito no primeiro capítulo do livro de Gênesis, só foi concluído no sétimo período, quando o sétimo planeta, Urano, entrou na composição do Sistema Solar, tornando-o harmonioso. Porém, quanto à inclinação do eixo da Terra? Foi uma ação direta do Criador ou não?

Se esta teoria está correta, os dois últimos planetas, Netuno e Plutão, não pertencem ao Sistema Solar; ou então pertencem à órbita de um outro astro; ou os dois últimos planetas não existem. Sabemos que numa camada eletrônica de um átomo pode circular mais de um elétron em posições eqüidistantes. Um elétron pode saltar de uma camada para outra. Por certo, no Sistema Solar ocorre essa mesma lei. Dois planetas devem circular em posições eqüidistantes numa mesma camada ao redor do Sol. Sei que os cientistas medem as distancias de um planeta para outro, em relação à Terra ou o Sol, mas esses cálculos não são exatos. Os cálculos das distâncias são feitos com base nos raios de luz emitidos pelos corpos celestes, por ondas eletromagnéticas ou por fotos tiradas pelos potentes telescópios. Por exemplo, os planetas mais distantes demoram vários anos para que sejam visto com nitidez pelos telescópios e mesmo assim não são bastante confiáveis as conclusões tiradas pelos astrônomos. Alguns astrônomos utilizam a trigonometria para calcular distâncias. Ou seja, fazem cálculos de distâncias inacessíveis usando o triângulo retângulo, mas só no caso de distâncias entre estrelas e constelações da Via Láctea. Se fosse lançada uma sonda para fora do Sistema Solar, então seria possível medir a distância correta entre os planetas, através da trigonometria.

Porém, pela explicação lógica da Física, se existem 8 ou 9 camadas ao redor do Sol, e um planeta em cada camada do Sistema Solar, isso significa que existe alguma desarmonia na ordem dos planetas, fazendo com que ocorram fenômenos climáticos e catástrofes naturais, principalmente no planeta Terra. [Lúcifer sempre corrompeu as coisas criadas por Deus; ele não gosta de ver nada harmonioso. Será que foi Lúcifer que acrescentou o oitavo planeta no Sistema Solar?].

Segundo os astrônomos, o planeta Terra possui uma inclinação de 23 graus no seu eixo. Isso faz com que existam as quatro estações do ano, e faz com que exista vida no planeta, porque durante 12 horas há luz nos quatro cantos do planeta e durante 12 horas há trevas. Segundo os cientistas, se não houvesse essa inclinação do eixo da Terra, não teria possibilidade de haver vida no planeta, porque metade do planeta receberia constantemente a luz solar, e a outra metade permaneceria permanentemente na escuridão, assim como ocorre com a Lua. Alguém já viu o lado negro da Lua? Dizem que por lá se escondem os ETs.

A inclinação do eixo do planeta Terra pode ter acontecido quando os planetas Netuno e Plutão entraram na camada de um dos 7 planetas. A inclinação ocorreu devido à força gravitacional adicionada e aplicada na composição do sistema, pois, a distância e o tamanho de um corpo celeste altera a força de gravitação de um sistema estelar. Porém, podemos afirmar, com certeza, que essa pequena desarmonia foi boa para existência da vida no planeta. Mas, em compensação, as mudanças climáticas que ocorrem constantemente na Terra (furacões, terremotos, enchentes, tornados, etc) são conseqüências dessa desarmonia, provocada pela força gravitacional de dois astros a mais na órbita dos planetas (sem contar o famoso aquecimento global, por causa da emissão de gases poluentes na atmosfera pelos terráqueos).

A distância exata da Lua em relação a Terra faz com que a sua força gravitacional cause as marés e, com isso, determine a velocidade constante do movimento de rotação e translação da Terra. Se a Lua ficasse mais distante, a Terra girava com mais velocidade e o dia teria menos que 24 horas.

De acordo com o que já foi esclarecido, podemos concluir que o Sistema Solar, composto de 7 planetas, seria totalmente harmonioso, mas não poderia haver vida em nenhum desses planetas. A vida só veio a existir no planeta Terra por causa das condições favoráveis: distância ideal em relação ao Sol; força gravitacional da Lua que não deixa o planeta girar com mais velocidade; e a inclinação de 23° em relação ao seu eixo.

Sendo assim, é quase improvável haver um outro Sistema Estelar idêntico ao nosso, na própria Via Láctea ou em outra galáxia. Isso é mais uma dor de cabeça para os cientistas conseguirem prova da existência de vida em outro mundo.

NOTA: No final do mês de agosto de 2006, a União Astronômica Internacional se reuniu num congresso e retirou o título de planeta de Plutão, que passou a ser considerado um planeta anão ou asteróide. Então, agora o Sistema Solar tem apenas 8 planetas, de acordo com os astrônomos.

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