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sábado, 18 de janeiro de 2014

“O MESSIAS VIRÁ APÓS A MORTE DE ARIEL SHARON” (PROFECIA DO RABINO YITZHAK KADURI EM 2007)




NOTÍCIA DO DIA 11/01/2014, 10:28 HS:

"Morre aos 85 anos o ex-premiê israelense"
CONCEITUADO RABINO COM 108 ANOS CHOCA COMUNIDADE JUDAICA EM ISRAEL COM A REVELAÇÃO DA IDENTIDADE DO MESSIAS:

"O RABINO JUDEU YITZHAK KADURI REVELA AO MUNDO QUE JESUS É O MESSIAS QUE JÁ VEIO E QUE AINDA VIRÁ"

“Em relação às abreviaturas do nome do Messias, Ele elevará o povo e provará que a Sua Palavra e Lei são válidas. Isto eu assinei no mês da misericórdia”. (Yitzhak Kaduri).

“Quando vier, o Messias libertará Jerusalém das religiões estranhas que querem governar a cidade.” – afirmou Kaduri em certa ocasião.

A RELIGIÃO ESTRANHA EM ISRAEL NÃO É SOMENTE O ISLAMISMO. TAMBÉM É O CRISTIANISMO, POIS, O EVANGELHO QUE JESUS ENSINOU NÃO É ESTE QUE OS CRISTÃOS CATÓLICOS E EVANGÉLICOS PROPAGAM.

A LEI DE MOISÉS NÃO FOI ABOLIDA (PARA OS JUDEUS).

“Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a Terra passem, de modo nenhum passará da LEI um só "i" ou um só "til", até que tudo seja cumprido.” (Mateus 5:18).

A anotação até então secreta rezava assim:

“Em relação às abreviaturas do nome do Messias, Ele elevará o povo e provará que a Sua Palavra e Lei são válidas. Isto eu assinei no mês da misericórdia”.

A frase hebraica (mencionada acima em negrito) com o nome oculto do Messias lê-se assim:

"Yarim Ha’Am Veyokhiakh Shedvaro Vetorato Omdim"

As iniciais de cada palavra têm o nome hebraico para Jesus. YEHOSHUA e YESHUA são efetivamente o mesmo nome, que deriva da mesma raiz hebraica para a palavra “salvação”, tal como se encontra em Zacarias 6:11 e Esdras 3:2.

O mesmo sacerdote escreve em Esdras: “Jesuá (Yeshua), filho de Jozadaque”, enquanto que em Zacarias está: “Josué (Yehoshua),filho de Jozadaque.”

Com um dos mais proeminentes rabinos de Israel indicando o nome do Messias como sendo Jesus (Yeshua), é compreensível que o seu último desejo fosse que se esperasse um ano após a sua morte para que se revelasse o que ele havia escrito.

Quando o nome de Jesus (Yehoshua) apareceu na mensagem de Kaduri, os judeus ultra-ortodoxos da sua escola rabínica (yeshiva) Nahalat Yitzhak, em Jerusalém, reagiram, alegando que o seu mestre não tinha deixado a solução exata para descodificar o nome do Messias.
Há também outros rabinos que predizem o mesmo, incluindo Haim Cohen, o cabalista Nir Ben Artzi e a esposa do rabino Haim Kneiveskzy.

O próprio neto de Kaduri, o também rabino Yosef Kaduri, disse que o seu avô falava muitas vezes nos seus últimos dias sobre a vinda do Messias e a redenção através do Messias. Os seus retratos espirituais do Messias – em tudo semelhantes aos relatos do Novo Testamento – foram publicados nos sites “Kaduri.net” e “Nfc.”

COMO KADURI RETRATOU O MESSIAS

“É difícil para muito boa gente da sociedade compreender a pessoa do Messias. A liderança e a ordem de um Messias de carne e sangue é dura de aceitar para muitos na nação. Como líder, o Messias não ocupará nenhum cargo, mas estará no meio do povo e usará os media para comunicar. O seu reino será puro e sem ambições pessoais ou políticas. Durante o Seu domínio, só a justiça e a verdade reinarão. Irão todos acreditar logo no Messias?, Não. No início, alguns de nós irão acreditar nele, e outros não.

Será mais fácil para as pessoas não religiosas do que para os ortodoxos seguir o Messias.

A revelação do Messias acontecerá em duas fases: primeiramente, Ele irá confirmar ativamente a Sua posição como Messias, sem que Ele mesmo saiba que é Messias. Então, irá revelar-se a alguns judeus, mas não necessariamente aos sábios estudiosos da Torá. Pode até ser às pessoas simples. Só então é que Ele se revelará à nação inteira. As pessoas interrogar-se-ão e dirão: ‘O quê, é o Messias?’ Muitos terão conhecido o Seu nome mas não terão acreditado que Ele é o Messias.”

“Quando vier, o Messias libertará Jerusalém das religiões estranhas que querem governar a cidade.” - afirmou Kaduri em certa ocasião - “Elas não terão sucesso, porque irão lutar umas contra as outras.”

Fonte: http://miquels007.wordpress.com/tag/vinda-do-messias/

Profecia de Daniel e Eventos por vir

O Estado de Israel foi criado em maio de 1948.

A profecia de Daniel fala de 70 semanas, e cada "semana" quer dizer um ano.

Entendendo isso sob esse ponto de vista, e somando 70 anos a 1948, temos 2018.

Estamos em 2013/2014.

Diz à profecia que, 7 semanas antes de findar as 70, ocorreria algo. E que no meio desse último período (3 anos e meio), algo mais relevante ocorreria.

Tomando cada semana como 1 ano, temos: 70 anos, 7 anos e 3,5 anos.

1948 (maio, 14 - Fundação do Estado de Israel) + 70 = 2018 (maio)
2018 - 7 = 2011 (quando ocorreram às revoltas árabes - primavera árabe)
2011 + 3,5 = 2014 (segundo semestre)

Presumo que em 2014 ocorra algo entre maio e novembro.

Não sei se será uma resolução da ONU ou poderia ser a deflagração de uma guerra de Israel contra seus inimigos muçulmanos.

O certo é que algo de muito grave ocorrerá em 2014, podendo ser revoluções em diversos países, que provocarão desdobramentos, ou umas nova crise financeira, que pode desembocar numa terceira guerra mundial (NUCLEAR) entre 2018 e 2019, ou mesmo antes.

Em meados da década de 80, o médium espírita Chico Xavier recebeu uma profecia de seus mentores espirituais dizendo que até 2019 a humanidade estaria ainda numa fase de teste, uma fase em que seria dada a chance para que todos se regenerassem, mudassem seus planos e desistissem de ambições, conflitos e guerras.

Pelo jeito, antes do prazo terminar, os grupos globalistas que lutam pela hegemonia do poder mundial não querem saber de paz e amor. Querem guerra!

Segundo tal profecia, se a guerra mundial ocorrer, o Brasil será, de certa forma, invadido por sobreviventes de guerra, que fugirão de seus respectivos países, através de navios, aviões, etc... E assim, o Brasil seria repartido em 5 partes.

Pode ser até que ocorra um atentado ao Papa Francisco. Um ataque a Roma ou ao Vaticano.

Pode ser que diversos países sofram atentados com armas SUJAS, que são bombas comuns (tradicionais), de TNT, de alto poder destrutivo, porém RECHEADAS de dejetos radioativos retirados de usinas nucleares.

Como todo mundo sabe, as usinas nucleares usam urânio enriquecido pra gerar uma reação nuclear em cadeia controlada, e para produzir uma quantidade de calor absurda, que aquece a água dos reservatórios e produz vapor em grande pressão.

Esse vapor é direcionado a uma turbina, e essa turbina faz girar o gerador elétrico, que produz energia elétrica nos seus terminais, e essa energia é, então, transmitida por torres de alta tensão para as subestações distribuírem a energia que alimenta as cidades.

Essas usinas nucleares geram lixo radioativo, que são os restos, ou desejos que sobram depois da reação nuclear.

Esse material radioativo é usado para "rechear", para ser colocado em torno, em volta da bomba, e quando uma bomba dessas explode, a sua explosão espalha a poeira radioativa do lixo atômico que foi colocada nela, e esse urânio empobrecido contamina tudo ao redor, e toda a área afetada deverá ser evacuada imediatamente, e ninguém poderá pisar lá nos próximos (pelo menos) 100 anos.

Imagina o dano que isso causa a um país. Danos econômicos e etc...

Pode ser que estoure mais revoluções pelo mundo. No mundo islâmico, na Europa, e até mesmo aqui nas Américas, incluindo o Brasil.

Pode ser que os Estados Unidos e os países da OTAN decidam invadir mesmo a Síria, e depois o Irã. Ou invadam a Síria, e o Irã ameace Israel. Ou Israel decida se antecipar aos iranianos e façam um ataque preventivo.

EU CREIO QUE OCORRERÁ ALGUMA COISA DE MUITO GRAVE NESSES ANOS QUE SE SEGUIRÃO ATÉ 2019.

NÃO É A TOA QUE OS CONSPIRADORES INTERNACIONAIS FIZERAM COM QUE OS EVENTOS ESPORTIVOS FOSSEM TODOS TRANSFERIDOS PARA A AMÉRICA DO SUL, MAIS ESPECIFICAMENTE, NO BRASIL. É QUE O RESTO DO MUNDO ESTARÁ EM SITUAÇÃO COMPLICADA.

Veja o artigo sobre os planos da Rússia, pra entender o conflito de interesses entre os conspiradores globalistas ocidentais (que controlam e usam os EUA e países da OTAN) e os globalistas eurasianos (esquema russo-chinês).

Certamente algo está em curso, e está prestes a acontecer por aí.
E os grupos globalistas manipularam e continuam a preparar o mundo de maneira velada, sem que as massas se apercebam.

No livro de bíblico de Apocalipse, diz que "os reis do oriente" se deslocarão em direção a Israel, e passariam pelo rio Eufrates, para uma batalha na região israelense chamada de "MEGIDO" ou "MONTE MEGIDO" ou em hebraico, "HAR MAGEDON", que nas Bíblias em português foi escrito ARMAGEDON, que na verdade significa: MONTES DE ISRAEL. HAR É MONTES OU MONTANHA EM HEBRAICO, MAGEDO É A CIDADE DE MEGIDO, AO NORTE DE ISRAEL, NA PLANÍCIE DE ESDRELON, ONDE ESTÁ O MONTE MEGIDO. EDON É UM VALE SITUADO AO SUL DO ESTADO DE ISRAEL. HARMAGEDOM, VERDADEIRAMENTE, ALUDE AO TERRITÓRIO DO MODERNO ESTADO DE ISRAEL DE NORTE Á SUL.

Quem seriam esses tais "reis do oriente"?

Localizações geográficas na Bíblia são sempre em referência ao país de Israel. Logo, o oriente certamente é tudo o que está à leste de Israel. E podemos colocar todos os países árabes, e asiáticos em geral.
Seriam os países da S.C.O. ?

Vejam o artigo sobre a "Organização de Cooperação Comunista" no link lá embaixo e entenda o que é S.C.O. (Shangay Cooperation Organization).

Além disso, é sabido que os muçulmanos esperam pelo Messias deles, O IMÃ MADHI, e preveem essa aparição por volta de 2018 ou 2019 (Veja também na parte final do artigo sobre a Rússia e a China promovendo a Nova Ordem Mundial DELES, logo abaixo).

Será que este messias muçulmano seria o tão esperado Anti-Cristo?, Ou será que seria outro?

No link abaixo há uma curiosa explicação sobre previsões através dos astros:

http://noticias.gospelprime.com.br/profe...de-sangue/

http://averdadequeamidianaomostra.blogspot.com.br/

2013/10/uma-especulacao-minha.html

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O que fizeram com a mitologia africana



Os cristãos demonizam a mitologia africana, mas ao mesmo tempo demonstra total simpatia e interesse em conhecer a mitologia grega e romana. A razão é simples: na compreensão evangélica, Exu, Xangô, Iansã, Yemanjá são entidades vivas e ativas, compartilhando os espaços com os humanos, influenciando-os para os caminhos da maldade, enquanto Mitra, Zeus e cia nunca encarnaram. Ou seja, estão condenados a jamais saírem do nível de mito. 


lógica cristã é que todos os maldosos, desde espíritos desencarnados a até gente de carne e osso irão para um lugar de sofrimento. E como essas entidades já estão fadadas a condenação perpétua, lutam incansavelmente para ter nossa companhia. 

Essa ideia começou ganhar forma nos dias do novo testamento. Como a religião cristã não tinha nem demônios e muito menos uma sede própria destinada a esse fim, tomaram então emprestado; dos gregos, o Hades e seus horrores para ser seu inferno, e incorporaram à sua doutrina o mito persa dos demônios. Esses sim, com conexão com o mito afro. 



Interessante que um dia esses entes mitológicos estarão reunidos todos no mesmo lugar. Apesar de que, muito provavelmente estarão separados por classe social. Mito é chique. Demônios é coisa de terceiro mundo.


Por falar em mito, o mundo angelical judaico cristão é o mais violento entre todos. Miguel e Gabriel, sozinhos, mataram mais do que todos os outros agentes juntos. 

Engraçado que à esses os cristãos não temem.








quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O DÍZIMO NA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA



O INICIO DA PRÁTICA

A adesão da Igreja Católica Apostólica Romana a prática do dízimo está longe de ser uma novidade, foi iniciada com a queda do Império Romano, no século IV. A igreja ocupou o vazio do poder, e para evitar o caos financeiro, começou a cobrar o dízimo sob pena de excomunhão. No século VI, os concílios e sínodos da Igreja da França relembravam essa obrigação. O Bispo Graciano inseriu no decreto aos fiéis uma lista de bens sujeitos ao dízimo, redigida por Cesário de Arles e atribuída por ele a Santo Agostinho. O dízimo era devido por todos os participantes da igreja, até mesmo pelo rei e pela aristocracia.

O dízimo foi confirmado oficialmente pelos concílios regionais de Tours (567) e Mácon (585). Mas foi somente a partir de Carlos Magno (779) que o dízimo passou a ser cobrado regularmente. Ele generalizou e sancionou a prática. Dividiu o produto dos pagamentos em três partes iguais, destinada à igreja paroquial, ao pároco e aos pobres. Em princípio o bispo não deveria receber nada. Mas na verdade os bispos ficavam com uma parte, enquanto os abades e priores disputavam o dízimo sobre as terras de seu monastério, em detrimento do clero paroquial.

Por causa do controle laico dos bens e ganhos da Igreja nos séculos VIII e IX, os proprietários consideravam os dízimos parte integrante de seu domínio e, como tal, os submetiam a seus feudos. Parte considerável dos dízimos permaneceu submetida ao feudo até os tempos modernos, mesmo depois de a Reforma Gregoriana ter obrigado os senhores a entregar seus bens temporais as igrejas paroquiais.

Esse sistema tributário estendeu-se posteriormente às demais nações cristãs: chegou à Inglaterra no século X. Na península Ibérica os dízimos já eram praticados desde o século VII, em caráter voluntário, e somente 400 anos depois passa a ser obrigatório. Nos dois primeiros concílios de Latrão, em 1123 e 1139, o dízimo foi finalmente incorporado à legislação geral da igreja, de forma definitiva, como a décima parte da renda dos fiéis.

Os dízimos foram uma das principais atribuições das jurisdições eclesiásticas no final da Idade Média, estiveram na origem de inúmeros conflitos entre a justiça eclesiástica e a real.

A VENDA DE INDULGÊNCIAS
A relação entre fé e dinheiro está presente na Igreja Católica desde os primórdios de sua institucionalização. Foi durante o governo do papa Inocêncio III (1198 – 1216) que a influência da Igreja na vida pública na Europa cristã atingiu seu ponto máximo. Na Idade Média, ela se tornou o senhor feudal de grande parte da Europa. No entanto a forma de arrecadação mais ferrenha por parte do clero foi marcada pela venda das absurdas cartas de indulgência - pagamento em dinheiro pelo perdão de pecados, de mortos ou vivos, que financiou, entre outros empreendimentos, a construção da Basílica de São Pedro em Roma.

A cobrança de tributos e a venda de indulgencias entre outras práticas, culminaram com vários protestos dentro da própria Igreja e acendeu a Reforma Protestante.

A PRÁTICA DO DÍZIMO NO BRASIL
Sempre houve algum regime de contribuição para a igreja no Brasil. O que acontecia é que dentro da sociedade estratificada, como no tempo do Brasil Imperial, a Igreja Católica estava associada às elites, que davam abastadas contribuições. Por esse motivo havia a impressão entre o “povão”, que a igreja não cobrava dízimos.

Até o fim do século XIX, a Igreja Católica vivia de doação das famílias nobres e da contribuição fiscal do Estado. Com o advento do regime Republicano, veio à separação definitiva entre a Igreja e o Estado.

Com a propagação das idéias racionalistas, positivistas e a predominância de um sistema capitalista, a Igreja perdeu o apoio das elites, agora mais materialistas, e precisou buscar novas formas de arrecadação para manutenção de suas paróquias. Apenas a cobrança das espórtulas, uma espécie de doação ou esmola para a realização de missas de corpo presente, batismos e casamentos, entre outros serviços eclesiásticos, não cobriam as despesas paroquiais.

PUBLICAÇÕES SOBRE O DÍZIMO
As publicações católicas que se proliferam de maneira profícua sobre o dízimo, nem sequer constituiam um magistério da Igreja Católica. Não vem de Roma e nem são chanceladas pelo episcopado. Em geral, são os padres e leigos que escrevem tentando ajudar as comunidades a tratar do assunto e conscientizar o povo católico sobre a manutenção das igrejas. Foi observando o crescimento dessas práticas entre seus fieis, que a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) criou a pastoral do dízimo para apoiar as comunidades na implantação do tributo espiritual. Muito embora o clero católico não demonstre habilidade no trato de assuntos financeiros com seus fieis, a adesão chega a 80% das paróquias paulistanas.

Mesmo assim, a adoção do dízimo ainda é visto com reservas por parte de alguns clérigos. A grande maioria não considera a prática ao pé da letra e prefere um discurso mais brando sobre arrecadação de fundos financeiros para a paróquia. Existe também a preocupação de alguns padres para que a cobrança do dízimo não seja uma imposição, pois dizem que assim seria voltar ao Velho Testamento, aos tempos da Lei de Moisés.

A INFLUÊNCIA EVANGÉLICA NA COBRANÇA DO DÍZIMO
No entanto, a influência evangélica na prática atual é inegável. Em vários setores da Igreja Católica se prega o dízimo como devolução a Deus do que é recebido em ganhos e bens diversos. Na literatura católica sobre o dízimo há claramente um parentesco com os argumentos utilizados pelos evangélicos.

CONCLUSÃO
Foi criado na sociedade a idéia de que só as Igrejas Evangélicas cobravam o dízimo de seus membros. Hoje a maioria das pessoas já sabe que todas as Igrejas vivem de ofertas e dízimos. Muitas vezes o nome da contribuição não é dízimo, aí dizem que a igreja tal, não cobra dízimos. Não importa o nome que seja adotado para a contribuição, o certo é que nenhuma igreja se mantém sem a ajuda financeira de seus membros ou associados.


Fonte: Revista Eclésia