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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Deus: A Conspiração Romana


Por Sha’ul Bentsion

Introdução: O Pano-de-Fundo de uma Conspiração



O ano é 405DC. No auge de Roma, recém-fortalecida por seu famoso Concílio de Nicéia[1], um bispo de nome Jerônimo[2] conclui a sua tradução da Septuaginta[3] para o Latim. Essa tradução populariza exatamente o conceito que fez do Cristianismo, a nova roupagem da antiga religião pagã romana, tão popular no império.
Muitos esforços foram feitos em Roma, por Inácio[4]Constantino[5], e outros, para estabelecer uma religião unificada que assegurasse a pax romana. Afinal, quem controla a religião, contra as massas. Quem controla as massas, controla o império. Essa religião híbrida, que tomou emprestado alguns conceitos judaicos da seita dos nazarenos, na realidade, mantinha antigas estruturas do politeísmo romano, de modo que os pagãos puderam confortavelmente encontrar seu nicho na nova fé. O processo foi semelhante ao sincretismo do Catolicismo com as religiões afro, no Brasil colonial.

Ave, Deus!



Não se pode contar com o apoio dos pagãos, ou converter as massas, fazendo oposição às suas crenças já existentes. O ideal é buscar a aproximação, e não o confronto. Porém, os bispos da nova religião romana tinham um problema: não podiam negar o panteão primitivo com as suas divindades, mas ao mesmo tempo, precisavam estabelecer as fundações do monoteísmo.

A solução engenhosa, mais tarde copiada por Mohammad (Maomé) quando lidou com o politeísmo árabe, era fortalecer a figura do chefe do panteão – enaltecê-lo como um Ser Supremo, tão poderoso que as demais figuras ficavam ofuscadas. Como falar do Elohim dos hebreus, esse ser desconhecido, para um grupo de romanos politeístas? A reposta é: através do sincretismo!

O panteão romano era derivado do que historicamente se conhece como o panteão Proto-Indo-Europeu. O panteão Proto-Indo-Europeu é o nome conceitual dado às origens de um sistema politeísta que floresceu e deu origem, posteriormente, às principais religiões pagãs da Europa, e do Oriente.

O Panteão Proto-Indo-Europeu era governado por um ser supremo, de nome Dyeus. Dyeus era conhecido como a divindade do céu iluminado – e sua posição no panteão Proto-Indo-Europeu era a de um monarca ou patriarca.

De Volta às Origens



Curiosamente, a maioria dos estudos arqueológicos e antropomórficos apontam para a origem do panteão Proto-Indo-Europeu como tendo origem na região do Iran/Iraque, sendo o Zoroastrismo a religião mais antiga derivada desse sistema religioso. Ou seja, todos os caminhos dessa religião primitiva apontam para Bavel. O berço de Satan e de toda sorte de abominações aos olhos de YHWH. Essa religião, ao que sabemos pelos relatos bíblicos, possivelmente tem origem no sistema religioso de Nimrod, Semíramis e Tammuz. A adoração a Mitra, o deus-sol, que era um dos filhos de Dyeus no panteão proto-indo-europeu, também tem sua origem neste fato.

O Panteão: Do PIE ao Romano


Como dissemos antes, a origem do panteão romano no primitivo panteão pronto-indo-europeu é notória, e pode ser observada em diversas de suas divindades, como por exemplo a deusa Venus, cuja origem está em Wenos, a deusa da aurora no panteão proto-indo-europeu. Algumas dessas derivações podem ter surgido diretamente na região da atual Itália, outras indiretas, a medida em que o império romano se expandia e absorvia a cultura de diversas regiões. Há, por exemplo, uma posterior influência da mitologia grega no panteão romano. Porém, o próprio panteão grego também é derivado do panteão proto-indo-europeu.

Deus: O Líder


O líder do panteão proto-indo-europeu, como dissemos, era conhecido como Dyeus. Seu nome, porém, sofreu derivações em diversas regiões. Seguem alguns exemplos:

Em sânscrito, era conhecido como Dyaus, nos balcãs, era conhecido como Dievas, na região de Gaul, tornou-se Diaspater, no grego, ficou conhecido como Zeus, na região da atual Alemanha como Tiwaz, e no latim, inicialmente Jove Pater (Júpiter) – uma derivação de Dyeus Pather – e posteriormente “Deus”.

“Deus” era, portanto, o nome próprio do ser supremo do panteão romano – conhecido como o pai de todos os outros deuses, o senhor da luz. Assim como Zeus, na Grécia, “Deus” (Dyeus/Júpiter) era o mais adorado dentre as divindades do paganismo romano.

Figura 1: Imagem de Dyeus, do Século 4AC, encontrada na Ucrânia
Figura 1: Imagem de Dyeus, do Século 4AC, encontrada na Ucrânia
Roma Exalta o Seu Deus



Consciente, portanto, de que o “convergir” é muito mais eficiente do que “confrontar”, os bispos do recém-formado Cristianismo, a nova religião do império romano, fizeram o que havia de mais lógico: ao se depararem com o Elohim Avinu (Elohim, nosso Pai) do Judaismo e da antiga seita dos Nazarenos, igualaram-no a “Deus”, a divindade-mor dos romanos. Justamente aquilo que a Bíblia mais condena, a maior de todas as abominações, e que é combatida por aqueles que crêem na Bíblia atualmente – o sincretismo que iguala o Eterno a elementos de religiões pagãs – foi feito ardilosamente pelos bispos romanos, selado por Constantino, e consolidado por Jerônimo na tradução da Vulgata.
E hoje, inocentemente, milhares e milhares de pessoas de língua latina (como o português, e o espanhol, por exemplo), inadvertidamente, são levadas à adorarem essa entidade babilônia, o pai das mentiras – o próprio Satan, pensando que ao adorarem a “Deus”, estão adorando a YHWH.

Figura 2: Dyeus-Pater (Júpiter) torna-se o Deus do Cristianismo
Figura 2: Dyeus-Pater (Júpiter) torna-se o Deus do Cristianismo
O “Deus” do Cristianismo, ingenuamente adorado pelas massas, é um dos títulos de Satan/Samael, e não é o Eterno Criador dos Céus e da Terra. Reparem como é sutil e ardiloso o trabalho do inimigo. É através de coisas aparentemente inocentes e bem-intencionadas, que Satan procura a cada pequenino passo desviar a humanidade de YHWH. Essa jogada de Satan faz com que o mundo viole um dos princípios mais básicos estabelecidos por ele: o de colocar outro diante dEle, em Seu lugar.

A Profecia Se Cumpre



Uma dúvida ainda paira no ar. Será que as Escrituras previram esse ardiloso golpe de Satan? O profeta Hoshea (Oséias) responde a essa pergunta. No capítulo 2, Hoshea (Oséias) fala justamente de Efrayim na Galut. Repare o que dizem os p’sukim 16 e 17:

“E naquele dia, diz YHWH, ela me chamará meu marido; e não me chamará mais meu Baal. Pois da sua boca tirarei os nomes dos baalim [ie. divindades pagãs], e não mais se fará menção desses nomes.” Hoshea (Oséias) 2:16-17


Aqui fica bem claro: um dos pecados de Efrayim estava no fato de chamar a YHWH por meio do nome de divindades pagãs. Uma das características da restauração da fé está justamente no fato de YHWH retirar da boca de sua noiva, Israel, os nomes pagãos. YHWH será chamado nosso marido, e não nosso “deus”, nosso “allah”, nosso “budda” ou qualquer outro nome pagão usado por Efrayim para se referir a Ele.

Conclusão



Com o conhecimento, vem a responsabilidade. Somos chamados a sair de Bavel (Babilônia), a abandonar completamente o seu sistema de mentiras, e de enganação. Satan, em seu ardiloso esquema que culminará na religião universal (talvez uma espécie de Cristianismo ecumênico), já tem a sua Igreja, o seu messias anti-Torá e anti-semita, e ainda leva o ser humano a adorar a ele próprio (Deus). Não tardará muito em vermos a humanidade reunida para juntos “adorarem a Deus” (ou a outras variantes – há também em outras línguas termos que descendem de divindades pagãs, como “God” no inglês, etc.) Se somos chamados para sair de Bavel, e se zelamos pela santidade no culto ao Eterno, então conhecendo a verdade, jamais podemos ignorá-la, nem tampouco usar um dos nomes de Satan para se referir ao Sagrado, Bendito seja Ele.

[1] Concílio de Niceia, o primeiro concílio ecuménico do Cristianismo, reunido em Niceia no ano de 325, e que discutiu questões cristológicas (estabelecendo a base da religião cristã, por exemplo, o Arianismo).
[2] Jerônimo de Strídon, seu nome completo é Eusebius Sophronius Hieronymus, é conhecido sobretudo como tradutor da Bíblia do grego antigo e do hebraico para o latim. Na tradição cristã é o padroeiro dos bibliotecários e dos tradutores e patrono das secretárias (inclusive ambos comemorados no dia 30 de setembro). A edição de Jerónimo, a “Vulgata”, é ainda o texto bíblico oficial da Igreja Católica Romana, que o reconhece como Padre da Igreja (um dos fundadores do dogma católico) e ainda doutor da Igreja.
[3] Septuaginta é o nome da versão do Tanach, para o grego, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século AEC. em Alexandria. Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego, língua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo de Alexandre, o Grande. A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a lenda, teriam completado a tradução em setenta e dois dias. A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.
[4] Inácio (67 – 110 d.C.) foi Bispo de Antioquia da Síria, discípulo do emissário Yochanan (João), também conheceu Sha’ul (Paulo). Segundo Eusébio de Cesaréia (Hist. Ecl. 3.36,2), Inácio foi o terceiro bispo de Antioquia da Síria e segundo Orígenes teria sido o segundo bispo da cidade (Hom. VI, em Luc. par. 1). Porém diferente dos emissários com quem conviveu e de quem aprendeu, Inácio pregava a separação da chamada igreja universal, composta pelos seguidores do Messias, do Judaísmo, a primazia da Sé de Roma, trindade e a declarava que os cristãos não deveriam mais guardar o Shabat, mas se reunir no dia do Senhor, o qual, segundo ele, seria o domingo.
[5] Constantino I, Constantino Magno ou Constantino, o Grande (em latim Flavius Valerius Constantinus; Naissus, 272 – 22 de Maio de 337), foi proclamado Augusto pelas suas tropas em 25 de Julho de 306 e governou uma porção crescente do Império Romano até a sua morte. Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o cristianismo, na seqüência da sua vitória sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Amor Substitui as Mitsvot?


 


 

Por Rabbi Ed Nydle


 


 


 

Traduzido por : Hillel Ben Yishai


 


 

Certo visitante exclamou: "Você não sabia que a Lei foi cravada na cruz? De qualquer maneira, ela era só para os Judeus mesmo. Nós vivemos na graça. O amor substitui a Lei (Torah)."


 

Vamos responder esta 'afirmação'. YHWH (Bendito Seja Ele) é a fonte do amor (Yochanan/João 3:16, Yochanan Alef/ I João 4:8). Agora, quando à Y'shua foi perguntado qual é a MAIOR mitsvah (mandamento)- (Mattitiyahu/Mateus 22:36), Ele respondeu com as Palavras da Torah (Devarim/Deuteronômio 6:4-5, Marcus

12:29-30) ! Nós devemos amar a YHWH sobre TODAS as coisas. Nós não poderemos cumprir as mitsvot da Torah a não ser que nós reconheçamos a Sua Santidade! A mitsvah de amar a YHWH com TODO nosso coração, mente e força é a FONTE de todas as outras mitsvot . Nos Dez Mandamentos (Dez Palavras/Ditos) isto engloba os cinco primeiros:- nosso RELACIONAMENTO com Ele. Você precisa ler Yochanan Alef/ I João 5:3, e as próprias Palavras de Y'shua em Yochanan 14:15. Lá é dito que o nosso AMOR para com YHWH é expresso na OBEDIÊNCIA às mitzvot e à PALAVRA. Também temos as palavras de Ya'akov HaTsadik (Tiago o Justo) : " E sede CUMPRIDORES da PALAVRA, e não somente ouvintes, ENGANANDO-VOS a vós mesmos...aquele que a EXECUTA, este será bendito no que fizer."


 

O nosso amor pelo nosso próximo é a segunda grande mitsvah. Y'shua citou Vayicra/ Levítico 19:18 da Torah! Isto é expressado nas ultimas cinco Palavras. Então, se nós amamos uns aos outros, nós cumpriremos as cinco ultimas mitsvot (dos Dez 'Mandamentos').


 

Dê uma olhada na tua mão. Os cinco dedos da esquerda representam o teu amor por YHWH. Os cinco dedos da mão direita devem estar estendidos ao nosso próximo. Nós temos duas mãos para servirem ao nosso Pai e aos nossos irmãos. Este é o motivo pelo qual somos ditos que devemos "ata-los" em nossas mãos. Nós colocamo-nos em nossas mentes para que possamos SEMPRE LEMBRAR- NOS de YHWH e de Suas mitsvot. NOTE: Não é interessante que é aonde a marca da besta será posta naqueles que a aceitarem? Não poderia significar que a sua marca (a da besta) será colocada justamente para SUBSTITUIR AS MITSVOT DE YHWH naqueles que a aceitarem? Será que é por isso que eles são eternamente amaldiçoados? Não seria porque eles escolheram o falso sistema religioso ao invés do CAMINHO de YHWH? Por terem abandonado ou rejeitado as Suas mitsvot (Mandamentos)? Pense nisto!


 


 

TODA Lei' na Escritura cobre uma dessas duas áreas ou ambas. A Torah nos ajuda a definir como viver as DEZ PALAVRAS em Devarim 5:6-16. A moral da

história é: Guardar as Mitsvot = VERDADEIRO AMOR! Se nós andamos na

Ruach (Gal. 5:22-23) nós verdadeiramente andaremos em observância à Torah.


 

Nos últimos dias haverá uma grande perseguição àqueles que guardam a Torah: " E o dragão (hasatan) irou-se contra a mulher (Israel- Todas as 12 Tribos, e não somente os Judeus), e foi fazer guerra aos demais filhos dela (Israelitas), os que GUARDAM    as    MITSVOT    de    ELOHIM    ,    e    mantêm    o    testemunho    de Y'shua."...Revelação 12:17. Estes são os Israelitas Messiânicos!


 

É bem simples: Se nós amamos a YHWH e ao nosso semelhante, nós guardaremos a Torah. Este é o caminho que Y'shua HaMashiach andou e viveu. Que possamos andar como Ele andou!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Titulo “Deus”.

Por Uriel Ben Levy

De fato é verdade que há vários textos que utiliza a palavra "ELOHIM" para descrever apenas uma única divindade e não três!

Já imaginou esta frase assim: "Não terás outros Elohim diante de MÍNS"...fala sério! Yah é um! Ele é ELOHIM VIVO E VERDADEIRO, UM e ÚNICO!

A tradução do título "ELOHIM" para DEUS está completamente errada! são duas coisas totalmente distintas! pois "DEUS" como veremos é um nome próprio para o "elohim" dos gregos-romanos! e não a tradução da palavra "Elohim".

Houve vários pretensos "elohim", porém todos são "pseudo e falsos", jamais o verdadeiro Elohim.

Elohim também se foi ao grego como "THEOS" que significa literalmente "DEUSES ou DIVINDADES" do monte olímpio!

"Theos" foi aplicado na Septuaginta para descrever a YHWH como sendo uma DIVINDADE DESCONHECIDA DO OLIMPO, QUE NÃO ERA DO MONTE OLIMPO, portanto um THEOS AGNOSTOS, ou seja, UMA DIVINDADE DESCONHECIDA ou ESTRANGEIRA, que foi apresentada aos gregos e milhares o adoraram na antiguidade, mas que era e sempre foi um "THEOS" estrangeiro, de um povo estrangeiro e "beduíno" no oriente médio chamado de HEBREUS-ISRAELITAS! (atos 17:23)[[* há relatos de que os gregos adoraram YHWH em um dado momento de sua história ao render-lhe honra e veneração por alguma dádiva recebida, conta-se que foi pelo fim de uma praga mortal entre eles, e que entres havia diversos altares dedicados aos "THEOS" do monte olimpio, também entre estes altares estava eregido um que foi consagrado e dedicado pela primeira vez a uma divindade desconhecida e do estrangeiro, com um nome estrangeiro e escrita em caracteres estrangeiros ((YHWH)) e que com o passar do tempo restou apenas o "respeito", porém seu nome e culto havia caído em total esquecimento, o que não é muito diferente os dias atuais]].

Só para reforçar, do ponto de vista clássico e da história; O "THEOS" dos gregos se foi ao Latim como "DEOS" para descrever o conjunto dos deuses ou divindades grego-romanas! Todavia os grandes filósofos faziam distinção entre o "THEOS ou DEOS" com "DIOS ou DEUS" sendo esta ultima forma um nome próprio e pessoal da principal divindade dos gregos-romanos!

Falando de antiguidade, também esta palavra "elohim" se usou na antiguidade da ignorância para qualificar e descrever os GIGANTES((NEFILIM)), haviam sete raças de Nefilim filhos da impiedade e da corrupção e que se auto-proclamaram "elohim" e exigiam dos homens adoração e toda sorte de práticas malignas!

Também quero observar que "DEUS" não é um Título! Mas o nome pessoal do principal demonio nacianal dos greco-romanos!

((Talvez existiu um Nefilim que assim se chamava "DEUS" ou era o nome de um SENTINELA/Anjo que se rebelou contra YHWH)).

Para provar que o nome "DEUS" não é um título mas um nome pessoal, temos nas escrituras duas evidencias:

1. Atos 14:12,13 chama "ZEUS" pelo nome pessoal de "DIOS" em lingua grega. A tradução espanhola Reina valera está cheia deste nome blasfemo "DIOS" e que em portugues é "DEUS".

2. II Macabeus 6:2 "Zeus-DIOS olimpicus e hospitaleiro" foi associado e reconhecido politico-espiritualmente entre os nativos cananeus como BAAL SHAMEM, estava pois em aliança ligados os demônios territoriais e internacionais, sendo o mesmo!! mas com nomes diferentes(um demonio é conhecido em vários lugares com nome diferentes))! foi uma tática de aliança entre os gregos com os nativos inimigos de Israel para suplantar e vencer Israel e seu Elohim YHWH! (( muito cuidado, esta tática de aliança prevalece e estar obscura e oculta em lojas, capítulos, mesquitas, pseudo sinagogas, catedrais e templos)). ** nas seitas maçônicas chega ao cúmulo de criar um nome ecumênico- abominável composto das iniciais dos principais "deuses" da antiguidade! Tudo para prender os "alumbrados" de diferentes religiões!

Também temos outras evidencias de que "DEUS" é um nome próprio. tenho aqui comigo o dicionário de expressões e frases latinas. Como escrevi anteriormente, os romanos faziam diferença entre DEOS e DEUS. vejam algumas frases que encontrei no dicionário e sentenciadas por filósofos que viveram bem antes do cristianismo existir.

1. Deos novimus ornatu et vestitu."Conhecemos os deuses pelos ornamentos e pelas roupas".[Cícero, De Natura Deorum 1.81, adaptado]

2. Deos ridere credo, cum felix vocat. "Creio que os deuses sorriem, quando um homem feliz os invoca".[Publílio Siro]

3. Deos nemo sanus timet."Ninguém que esteja em seu juízo teme os deuses".[Sêneca, De Beneficiis 4.19.1]

4. Deus est in pectore nostro."Reside um Deus no meu coração".[Ovídio, Ex Ponto 3.4.93]

5. Deus est ratio quae cuncta gubernat."eus é a razão que governa todas as coisas". [Manílio, Astronômica 2.82, adaptado]

6.Deus ipse solem, quasi lumen, accendit."Foi o próprio Deus que acendeu o sol, como se fosse uma lâmpada".[Cícero, Timaeus 9]

7.Deus nobis haec otia fecit." um Deus concedeu-me este descanso". [Virgílio, Eclogae 1.6]

8. Deus nullo magis hominem separavit a ceteris animalibus, quam dicendi facultate."eus separou o homem dos outros animais somente pela capacidade de falar".[Quintiliano, Institutio Oratoria 2.12, adaptado]

IMPACTANTE!!! Os filósofos romanos da antiguidade sabiam e faziam distinção entre "DEOS" e "DEUS" como vimos!

"Deos" para se referir aos vários deuses ou divindades do antigo politeísmo romano

"Deus" para se referir a divindade suprema dos romanos (um deos maioral de todos), neste caso JUPITER ou JOVIS(Jeová?), DIOS-ZEUS entre os gregos!

Por mais boa intenção e inocência que eles tiveram para com este "DEUS" deles, na verdade, não passavam de goim/idólatras e que em suas mentes foram confundidos por Hasatan que os afastou do único YHWH Elohim vivo e verdadeiro para um culto falso abominável e cheio de mentira! Por isso temos que anunciar o nome de Yahushua a todas as nações para que regressem a YHWH, UM e ÚNICO!

Como descrevi antes, esta frases latinas foram ditas muito antes do cristianismo latino existir!

O Cristianismo neo romano "cristianizou" o nome própio "DEUS" dos antigos politeístas romanos a quem os filósofos goim o enalteceram em seus escritos, e sob a orientação dos teólogos-pais da igreja introduziram e colocaram este deos-DEUS nas bocas, mentes, corações e escritos da cristandade ocidental como se fosse o verdadeiro Elohim dos hebreus e de Israel, uma verdadeira blasfêmia!

Incrível que a vulgata latina de S. Jeronimo faz em sua tradução a mesma distinção entre "DEOS" e "DEUS" como fizeram os antigos filósofos romanos pagãos, só com uma diferença com relação a "Deus". Os antigos filósofos romanos quando adoravam ou enalteciam "DEUS", eles o faziam direcionados a um "Deos ou Divindade" nacional deles! e que nada tinha haver com o cristianismo que nem mesmo existia no tempo destes filósofos! Já o Cristianismo para converter as massas de goim romanos, fizeram com esperteza e conservaram o nome do principal deos deles: DEUS, assim, este ídolo foi "cristianizado" e seu nome falso está na boca de bilhões de pessoas e o pior, está sendo associado ao Elohim dos Israelitas, o que na verdade este Deos-Deus do cristianismo é um dos vários nomes de "seres demoníacos" que tem um propósito de substituir o NOME DE YHWH,bendito seja.

Todavia já chegou o tempo e a destruição desta substituição e do engano que está por trás destes falsos nomes.Efraimitas! continuem retirando de vossos lábios estes deos-baalins!

Pra finalizar, veja então a forma "DEOS" e "DEUS" muito bem distinguida na Vulgata Latina (texto "sagrado",endossado e encomendado pelo Vaticano-Império).

1. Deos: Exodo 20:3

Non habebis Deos alienos coram me. " Não tereis outros deuses diante de mim"

2. Deos ; Juizes 6:10

Et dixi ego Dominus "Deus" vester ne timeatis Deos Amorreorum in quorum terra habitatis et noluistis audire vocem meam. " E eu vos disse: `Eu sou o [ ], vosso "Deus". Não venereis os Deuses dos amorreus, em cuja terra habitais'. Mas não quisestes ouvir a minha voz".

3. Deus : João 1:1

In principio erat Verbum et Verbum erat apud Deum et Deus erat Verbum.

"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus".

4. João 3:16

sic enim dilexit Deus mundum ut Filium suum unigenitum daret ut omnis qui credit in eum non pereat sed habeat vitam æternam.

"De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna".

Vamos pois seguir o conselho em Shoftim/Juizes 6:10

NÃO VENEREIS OS DEOS DOS AMORREUS, NEM DOS ROMANOS, NEM DOS CANANEUS , NEM DOS BABILONIOS ETC... DEUS é um deos maiorial dos antigos Romanos e enaltecido por seus filósofos! e foi adotado pela cristandade em seus cultos, portanto os romanos pagãos já adoravam este Deos chamado DEUS! e os gregos o venevaram também como DIOS e ZEUS.

Portanto deos-Deus é uma "divindade", é um ídolo dos romanos e jamais será o YHWH dos Hebreus-Israelitas das escrituras verdadeiras!

YHWH é Elohim de Israel!

Deus é Deos dos Romanos!

*Lord, God, Gott, Senhor, Jeová(Jovis?) são os pretensos "elohim" dos europeus e que foram introduzidos no culto cristão e nas escrituras profanadas!

Amados irmãos judeus largam esta estória de D-US em vossa boca e escritos! vcs estão violando o terceiro mitsvah! e estão sustentando a mentira pagã dos teólogos de Roma!

Amados irmãos de Efraim largam esta estória de Deus em vossa boca e escritos! vcs também estão violando o terceiro mitsvah! e também estão sustentando a mentira pagã dos teólogos de Roma!

Há uma profecia para Casa de Efraim e para Casa de Judah. Cumpramos esta profecia:

Arrancarei de seus lábios os nomes dos Baals, que nunca mais hão de ser lembrados. Oséias 2:19 (ou 2:17 jfa)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Yeshua, o filho biológico de Yossef.

Por: Xan – Torah Web


 

Neste estudo trataremos de um assunto muito delicado quanto à pessoa de nosso querido Yeshua, o messias salvador e rei de Israel.

Este tema poderá gerar polêmica pelo fato de muitas pessoas absorverem os ensinamentos eclesiásticos sem conferirem devidamente no contexto bíblico geral se o que foi apresentado realmente condiz com a verdade bíblica, que não é contraditória.

Princípio básico

A genealogia biblica é contada pelas gerações provenientes de pai, e não de mãe.

Para que Yeshua seja o verdadeiro messias conforme a predição profética é necessário que ele seja filho carnal (descendente) de David, descendente carnal da tribo de Yudah e consequentemente filho de Yosef (esposo de Miriam), caso contrário não se cumpre nele o plano messiânico relatado nas profecias, nos salmos e na Torah.

Fato bíblico sobre Yeshua em relação ao plano messiânico paterno.

1)    Filho carnal de Yosef: Mateus 1:16; Lucas 3:23; 4:22; João 1:45; 6:42.

2)    Filho carnal de David: Mateus 1:1- 20; 9:27; 12:23; 15:22; 20:30-31; 21:9-15; 22:41-46;

3)    Descendente da tribo de Yudah: Mateus 1:1,2; Mateus 2:6 (Miqueias 5:2); Hebreus 7:14; Apocalipse 5:5

Prova paterna incontestável

Romanos 1:1 a 3 nos confirma que Yeshua é filho de Yosef, descendente de David segundo a carne, vejamos:

Paulo, servo de Cristo Jesus, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus, o qual antes havia prometido pelos seus profetas nas santas Escrituras, acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,...

Se Yeshua é filho carnal de Yosef, descendente carnal de David, da tribo de Yudah, então concluímos que a teoria cristã está equivocada, pois o fato do messias ser gerado pelo Espírito Santo não indica que ele seja filho de um pai "espiritológico" e de mãe biológica, afinal de contas os seres espirituais são isentos da possibilidade de se multiplicarem (Mateus 22:30), porém a verdade bíblica contextual nos indica que Yeshua foi gerado milagrosamente através do poder do Espírito de YHWH e entende-se que o próprio Espírito do Altíssimo inseriu ( Isaias 7:14 – Mateus 1:20) em Miriam, sua mãe, a semente de Yosef onde contem toda a carga genética que possibilitou o cumprimento das Escrituras relacionado ao descendente carnal de David que ocuparia o cargo de Messias prometido.

Miriam, a mãe de Yeshua pertencia a tribo de Levi, vejamos:

"Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel" (Lc. 1:5). O que significa ser filha de Arão? Significa ser descendente de Arão, que era da tribo de Levi. Logo, Isabel era descendente de Levi e não de Judá. Maria era prima de Isabel: "E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril" (Lc. 1:36). Concluímos portanto, que MARIA ERA DA TRIBO DE LEVI!!!! E não de Judá. Ela não era descendente de Davi. Jesus não poderia ser o Messias pelo lado materno, até porque é dito (erroneamente) que Maria descendia de Natã, o outro filho de Davi, que era irmão de Salomão (Lc. 3:31/ I Cr. 3:5).

Observação:

O fato de Yeshua ter sido filho carnal de Yosef e Miriam não implica necessariamente que ele se tornou um pecador por "herdar" o pecado adâmico ou transgrediu a Torah, pois as Escrituras dizem:

Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. Salmos 32:2 e Romanos 4:8

Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. I Pedro 2:22

Conclusão:

Se insistirmos na teoria de que Yeshua é somente filho de Miriam sem a devida contribuição genética de Yosef, automaticamente estaremos refutando nossa fé no messias Yeshua, pois nele não se cumpriu o plano messiânico segundo as profecias que relatam os projetos do Eterno, Bendito Seja.

Por parte do pai biológico, Yeshua pertence a tribo de David.

Por parte de mãe biológica, Yeshua pertence a tribo sacerdotal.

Por parte espiritual, Yeshua é fruto de um milagre e o messias enviado por YHWH, o sumo sacerdote segundo a ordem de Malquitsadik representado pelo sacerdócio araônico.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A LETRA MATA... E A IGNORÂNCIA TAMBÉM!

Por Cleison Brugger


 

Existem pessoas que acham "o máximo" o fato de serem ignorantes, acreditando que esta é sinônimo de humildade, piedade ou santidade. Quando, por exemplo, alguém adverte sobre a necessidade de um coerente e exaustivo estudo das Escrituras, eles se levantam sugerindo que o estudo cuidadoso da Bíblia é inútil e até perigoso, "porque a letra mata, mas o Espírito vivifica", usando forçosa e erroneamente 2ª Coríntios 3.6 para defender um pensamento infantil e boçal. Que blasfêmia contra a palavra de Deus!


 

A ignorância é um problema fundamental em um mundo caído [1]. Aliás, a pregação do evangelho é, prioritariamente, dirigida à mente, ao raciocínio, ao pensar, como bem nos lembra o Dr. Martyn Lloyd-Jones: "nunca nos esqueçamos de que a mensagem da Bíblia dirige-se em especial à mente, ao entendimento". Todavia, muitos crentes, diferentes dos irmãos de Beréia (Atos 17.11), preferem permanecer com suas mentes impregnadas de ignorância, a se curvar a inerrância, infalibilidade, incontestabilidade e imutabilidade das Sagradas Escrituras. Nesta irreverência mental ao Sagrado, muitos estão à mercê dos pensamentos, ideologias, doutrinas e ensinamentos alheios às Escrituras, dando voz ao que disse Oséias, o profeta: "Meu povo é destruído por falta de conhecimento" (Oséias 4.6).


 

O apóstolo Pedro, dirigindo-se aos cristãos dispersos (Iª Pedro 1.1), os orienta a dar a razão da esperança que havia neles, a quem quer que os questionassem: "Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vós" (Iª Pedro 3.15), e ninguém poderá fazer isso, se não souber tais razões ou ainda, não souber adequadamente defender a sua fé. É um fato completamente lamentável e alarmante, saber que existem crentes que nem ao menos sabem explicar o porquê da morte de Cristo! Podemos comprovar este fato, quando candidatos ao batismo vão à frente repetir uma suporta "profissão de fé". Muitos não fazem idéia do que estão falando e não conseguem responder adequadamente o porquê querem descer as águas batismais.


 

Infelizmente, a Bíblia, para alguns, é uma incógnita misteriosa impossível de interpretar; contudo Kevin DeYoung, falando sobre a "perspicuidade da Escritura" (tese que ensina que a Escritura é clara e que é possível sim entendê-la), enfatiza: "Perspicuidade significa que as partes principais são as partes mais óbvias. Significa que a mensagem da salvação é clara. Significa que os assuntos mais básicos e centrais da narrativa bíblica são claros, mesmo que você não seja o mais esperto, mesmo se você não recebeu muita educação, mesmo se você é uma criança. Todos nós podemos entender que Jesus é o Messias, que nós precisamos nos arrepender, crer em Cristo e obedecer a seus mandamentos. Isso tudo é muito claro. Mas não significa que tudo é claro. Algumas partes requerem muito estudo. Algumas partes requerem atenção especial. Algumas doutrinas são complicadas. Algumas partes da Bíblia são muito difíceis. Basta perguntar a Pedro sobre Paulo (2ª Pedro 3. 15,16)". [2]


 

Então, assim como o apóstolo Paulo, rogo a estes: "não quero, irmãos, que sejais ignorantes" (1ª Coríntios 12.1), mas que estudemos exaustivamente, leiamos apaixonadamente, nos deleitemos fervorosamente e defendamos veementemente as Escrituras, pois "toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2ª Timóteo 3.16 NVI). Assim, "conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR" (Oséias 6.3b), sabendo que este conhecimento só se dará através da Palavra de Deus.


 

Referências:

[1] Dr. Mark Dever em "Pregação expositiva e Aplicação", uma Parte da série "Article" de 21 de agosto de 2009.

[2] citação de um texto escrito por Kevin DeYoung intulado "A doutrina das Escrituras" e postado originalmente no site The Gospel Coalition e traduzido pelo site iprodigo.com