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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O último fim do mundo!



Rabino Johanan ben Zakkai convocou um conselho na Yavne, perto de Tel Aviv moderna, em que os rabinos decidiram o seguinte: em vez dos levitas e sacerdotes, os rabinos seriam as novas autoridades espirituais, os novos dirigentes de Israel.

Durante o periodo levita e kohanim, as doutrinas, conhecimento eram passadas de pai para filhos, de geração em geração, só existia uma cultura e práticas da torah, não havia divergencia nem grupos de israelitas com ideias diferentes. Toda a Torah de Moshé era transmitida sem modificações ou confusões, até chegar o periodo rabinico, onde os rabinos tinham diversidades de interpretações e doutrinas, isso surgiu muitas seitas judaicas como os fariseus, saduceus, zelotas, e muitas outras, cada grupo com suas praticas divergentes, um modelo completamente diferente da Torah de Moshé.

No periodo do templo de jerusalem muita confusão si seguiu.

Quando o Templo foi destruído, rabino Johanan ben Zakkai disse (na paráfrase), "Temos um grande problema aqui: não podemos mais praticar de nenhuma maneira mais a fé que Moshe nos deu".

No final de sua vida, o Talmude nos diz, rabino Johanan ben Zakkai estava aos prantos. Seus discípulos vieram até ele e disse, "O grandioso mestre, porque você está chorando? Porque é que a sua alma esta em perigo?" E Rabbi Johanan ben Zakkai disse: "Estou prestes a encontrar com HaShem - Elohim - abençoado seja Ele, e diante de mim vejo dois caminhos: um líder para o Paraíso e os outro líder para o (inferno) e não sei qual o caminho que Ele me sentenciará". O fundador do judaísmo Rabínico admitiu que ele não tinha absolutamente nenhuma garantia de salvação. Ele disse que não sabia se iria para Elohim ou para o inferno por aquilo que ele fez, no final de sua vida ele estava apavorado, pois iria morrer.

Alguns de outros escritores Talmudicos foram os seguintes: Rabbi Shlomo Itzachi, Rabbi Saida Gaon ( "o gênio"), Rambnn, rabino Moshe de Nachman - (também conhecida como Nachmanides), Rabbi David Kimchi, Ibn Ezra, Rabbi Levi Ben Gershom, etc . Neste ponto, a Kabalah começou a entrar em cena. Kabala é o misticismo dentro do judaísmo, o principal trabalho foi o Zohar. Este misticismo começou na Polônia.

Muito tempo depois, houve um famoso rabino chamado Leopoldo Cohen, que estava muito incomodado com Daniel 9, que diz que o Mashiach teve que vir muito tempo antes e morrer antes da destruição do segundo Templo. Ele queria saber o que isso significava, de modo que ele leu no Talmude e viu que o mundo como forma de governo humano seria estabelecido até se completar os 6000 anos, e viu que esta ligação, de acordo com o Rabino Katina, Com o Salmo 90:4. que os judeus teriam 2000 anos sob a Lei de Moshe e a partir da morte do Mashiach o mundo teria mais 2000 anos sob a lei do Mashiach, e perto do fim um estado de caos aparecerá, o Mashiach então, quando o Shabbat tiver começado - será no começo de um novo Milenio de 1000 anos de paz. Em seguida, virá a guerra de Gog e Magog, e o Mashiach irá renovar o mundo após 7000 anos, de acordo com 'Sanhedrin' 96 ter e 99a, e Yalkut volume II p. 129d.

hoje estamos sonhando com as doutrinas de Moshe restauradas, as veredas antigas e a Torah de Moshe circuncidada em nossos corações. Tomara que o Mashiach restaure logo o Reino de Israel e derrube de vez tanta confusão.


Extraido: Facebook/josenvertgomes




terça-feira, 24 de julho de 2012

É o Messias um Elohim? (O Messias é Deus?)





Certa vez um leitor perguntou:

Você crer que o filho do Senhor veio à Terra conforme mencionado nos Salmos 2 por Davi, ou não? Você está negando a divindade de Jesus (Yeshua)?

Segue a resposta:

Sim, de fato eu acredito que (como muitos outros, e nazarenos Yahwists) que ele veio a terra e era o Filho de Javé, mas ele e Javé não eram os mesmos. Esta linguagem de King James, que veio era o Filho de Deus, não o próprio Deus. O que acontece aqui é que há uma confusão de termos sutil. Esta confusão é baseada em uma compreensão limitada do significado da palavra hebraica "Elohim", que foi mal traduzida principalmente como "Deus".

Definitivamente, aqueles que acreditam na Santíssima Trindade (com algumas exceções) quando dizem que o Messias "é Deus "não estamos dizendo que o Messias é o mesmo Pai, mas o que eles estão dizendo que" o Pai é Deus, Deus o Filho, e o Espírito Santo é Deus.” E em tudo isso é uma confusão de termos, vou tentar esclarecer um pouco, por alguns instantes. Deixe as Escrituras Hebraicas:

Em Isaías 45:5 o Senhor mesmo diz que ele é o Elohim, e que não fora Elohim outro. OK? No entanto Sim...

No Salmo 08:05 é chamado de Elohim para Malakim. (Queen traduz: anjos.).
Em Gênesis 23:06 é chamado de Elói a Abraão. (Nesi Elói Elói = Prince.).
Em Êxodo 07:01 Elói é chamado de Moisés. (“King:”. Eu te fiz deus [Elói] a Faraó”.
Em Êxodo 21:6 é chamado de Elói aos juízes de Israel. (Queen:”. Seu amor vai trazê-lo perante os juízes [Elói]”.
No Salmo 82:6 são chamados de servidores de Yahweh Elohim. (Queen, "Eu disse: Vós sois deuses [Elói].”.
Em 2 Coríntios 4:4 Satanás é chamado de "o deus [Elói] de, neste século.”.
E em João 1:1 [traduzido corretamente] Elói é chamado a Palavra, mas não "Elohim", mas "Elói", no sentido de "uma divina, poderoso, ou celeste, como Malakim.”.

Mas o apóstolo Paulo coloca a tônica da teologia messiânica original do século primeiro, quando ele diz (King James version): "Pois, embora haja também alguns que se chamem deuses [Elói], quer no céu quer na terra (como há muitos deuses [Elói] e muitos senhores [Adonim]), para nós há apenas um Deus, o Pai”.

Aviso que ele não disse: "Pai, Filho e Espírito Santo". Ele disse: O Pai. "" Para nós há um só Elohim, o Pai”.
Isso não me diga, o que o apóstolo Paulo (Shaul). Para que a palavra "Elói" seja aplicada a certos seres criados, isto é apenas em um sentido secundário, no sentido de que eles são seres poderosos e virtuoso, celestiais, ou investido de autoridade. Mas, em sentido pleno, absoluto e exclusivo da palavra, há um Elohim, o Pai.

O próprio Messias disse em oração ao Pai: "Esta é a vida eterna: que te conheçam a ti o único Deus [Elohim] true, e Yeshua, o Messias, a quem enviaste "(João 17:3).

A compreensão defeituosa desses conceitos é o que levou ao desenvolvimento da teologia trinitária e do desenvolvimento de um contrário messiânología cristã para o sentido original do que Paulo ensinou as Escrituras Hebraicas e inspirado.

Leitores que acreditam de maneira diferente, por favor, não ficar com raiva de nós porque apresentar apenas o que dizem as Escrituras Hebraicas a respeito da divindade, a fé hebraica é a fé original de Israel e da comunidade messiânica do primeiro século. Compreensão trinitária veio mais tarde, quando Roma assumiu o controle da teologia messiânica. Isto é o que você encontrar nos livros de história da Igreja Cristã.

***Texto enviado por Gilnei Barbosa extraído do site http://www.raiceshebreas.info*** 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O termo “EL”, ou Elohim é algum nome pagão?


Por Sha’ul Bentsion

Como se sabe, uma leitura das Escrituras revela que Elohim não se agrada em ser chamado pelo nome de outras divindades (vide Os. 2:16-17). E isso inclui o termo “Deus”, que deriva de “Dyeus” (ou “Zeus” no grego), chefe do panteão greco-romano, e nada tinha a ver com o Elohim das Escrituras.

Todavia, alguns têm tentado afirmar que o Eterno não se importaria com tal coisa, pois as Escrituras o chamam de “EL”, que supostamente seria o nome próprio de uma entidade cananéia.

Este artigo se propõe a refutar este mito, demonstrando que a tese de que os israelitas chamariam a Elohim por meio de um termo pagão traz inúmeros problemas, conforme se segue.

O problema da influência incerta

O primeiro problema que logo de cara aparece é o da cronologia. Os acadêmicos seculares sempre supõem que a Bíblia foi influenciada pelas religiões cananéias. É raro encontrar no meio acadêmico a suposição contrária: a de que a revelação bíblica tenha influenciado outros povos adjacentes. Até porque a posição predominante no meio acadêmico é a de que a Torá tenha sido compilada nos tempos de Ezra (Esdras) e que portanto o texto bíblico não tenha a antiguidade que a própria narrativa dê a entender que tenha. Naturalmente, essa não é a posição dos que creem nas Escrituras.

Para que se tenha certeza de que o povo foi influenciado pelas adjacências, é preciso confirmar que outros povos já mantinham a prática em questão muito antes de Israel.

Porém, no caso em questão, isso não é necessariamente observável. Se cremos nas Escrituras, então é observável que o uso do termo “EL” aparece bem no princípio da narrativa bíblica:

“E Malki-Tsedek, rei de Shalem, trouxe pão e vinho; e era este cohen do El-Elyon.” (Bereshit/Gênesis 14:18)

Sabe-se que Avraham (Abraão) viveu pelo menos por volta de dois mil anos AC. E, nessa época, observa-se que Malki-Tsedek já cultuava a El-Elyon. Ou seja, o culto a El já existia e estava bem estabelecido cerca de dois mil anos AC.

Se Avraham (Abraão) tivesse sido abençoado por um sacerdote pagão, certamente isso não seria bem visto nas Escrituras. Nem tampouco faria sentido falar da ordem de Malki-Tsedek positivamente. Sendo assim, a Bíblia nos revela que Malki-Tsedek adorava ao mesmo Elohim que nós adoramos. Ou seja, cerca de dois mil anos AC, o termo EL já era usado para se referir ao verdadeiro Elohim.

A evidência arqueológica mais antiga que traz o nome EL em contexto pagão está em Tell Mardikh, na Síria, e aparece em uma das famosas tábuas de Ebla. Tais tábuas são datadas de dois mil a dois mil e quinhentos AC. Ao lado, uma imagem de uma das tábuas em questão.

Ou seja, não existe prova incontestável de que EL foi usado num contexto pagão antes de ser adotado como termo monoteísta.

Sendo assim, não é possível afirmar que foi o monoteísmo bíblico quem foi influenciado pela prática pagã. Pelo contrário, é igualmente possível estatisticamente que a revelação bíblica tenha influenciado a prática politeísta. Até porque a narrativa bíblica afirma que a revelação de Elohim começou na mesma Mesopotâmia.

A ideia de tomar da revelação bíblica e aplicar num contexto pagão não é sem precedentes. O próprio povo de Israel fez isso em Shemot (Êxodo) 32, ao fazer um bezerro de ouro e afirmar: “Este é teu Elohim, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.” (Shemot/Êxodo 32:4)

Ou seja, se considerarmos que a Bíblia é verdadeira e que seus registros são precisos (e a arqueologia tem confirmado cada vez mais a veracidade bíblica), então os proponentes da tese de que a Bíblia tenha se apropriado do termo EL estão se baseando em uma hipótese inconclusiva do ponto de vista histórico. E esse é sequer o único problema dessa tese.

O problema da gramática questionável

Outro problema que existe é de cunho gramatical, e se encontra na suposição de que “EL” fosse um nome próprio, exclusivo a uma determinada deidade, e não um atributo do ser em questão.

Um exemplo disso é referir-se a Elohim como “o Eterno.” O termo “Eterno” é na realidade uma qualidade, um atributo de Elohim, e não um nome próprio. O fato de outras religiões dizerem, por exemplo, que suas respectivas divindades são eternas não invalida o fato de que Elohim é eterno. O fato de alguém dizer que Ogum é amoroso não nos impede de dizermos que Elohim é amoroso. O mesmo vale para termos como “O Senhor”, “O Messias”, etc.

Em artigo para a Encyclopedia Mythica sobre “Baal”, Alan G. Hefner diz o seguinte, baseado nas tábuas de Ras Shamra:

“Ba’al ainda é principalmente imaginado como uma deidade de fertilidade cananéia. O grande Ba’al era de Kena’an. Ele era o filho de El, o alto deus de Kena’an… Ba’al era o filho de El, ou Dagon, uma deidade obscura associada pelos hebreus à cidade filistéia de Ashdod.”

Todavia, sabe-se hoje que não havia uma única deidade chamada Ba’al. Sobre isso, a Enciclopédia Católica afirma:

“Uma palavra que pertence ao conjunto mais antigo de vocabulário semita e significa primariamente ‘senhor’ ou ‘proprietário’… Quando aplicada a uma divindade, a palavra Ba’al retinha a conotação de propriedade e era, portanto, assim qualificado. O documento fala, por exemplo, do Ba’al de Tiro, de Haran, de Tarso, de Herman, do Líbano, de Tamar, do céu. Além disso, diversos Ba’als tinham atributos diferentes.”

De fato, a Bíblia confirma isso, pois não só havia vários Ba’alim, tais como Ba’al-Peor (Dt. 4:3), e Ba’al-Zevuv (2 Re. 1:2) como ainda por cima usa o termo “ba’al” diversas vezes para se referir a homens que eram proprietários ou senhores de suas casas, de um campo ou de seus servos. (exemplos: Ex. 22:7, Jó 21:39, etc.)

O mesmo tipo de raciocínio vale, por exemplo, para o termo “Asherá”, também adotado pelos cananeus, entre outros. Fato é que os cananeus frequentemente chamavam a suas deidades por seus atributos e termos genéricos, e não por nomes próprios. E é exatamente o que acontece com o termo EL.

Não há nenhuma prova de que EL fosse um nome próprio exclusivo a uma deidade, mesmo dentre os sumérios e cananeus. Pelo contrário, há vários indícios de usos diferentes para o termo. Isso pode ser interpretado como um espalhar do culto àquela deidade, ou simplesmente um uso regular do atributo.

Os acadêmicos não são unânimes em afirmar que EL de fato seja um nome próprio necessariamente. Por exemplo, Mark S. Smith, chefe do departamento de Estudos Judaicos e Hebraicos da New York University afirma:

“… é preferível entender el guibor não como um nome próprio comum… mas como um título como qualquer outro dos títulos divinos… Neste caso, a palavra “el”, “deus”, pode não derivar do nome próprio El, mas representaria o substantivo genérico “deus.” (The Origins of Biblical Monotheism, pg. 135)

A tese de que EL fosse de fato um termo genérico é defendida inclusive por diversos teólogos e acadêmicos cristãos de renome, como M. James Sawyer, PhD em Teologia Histórica, que afirma: “EL: Este é o nome genérico para divindade no Antigo Oriente Médio.” (The Names of God)

O Unger’s Bible Dictionary afirma ainda, sobre a origem do termo:

“El é um nome genérico para deus em semítico do noroeste (hebraico e ugárico) e também é usado no Antigo Testamento para divindades pagãs e ídolos (Ex. 34:14; Sl. 81:10; Is. 44:10). O termo genérico original era ‘ilum; removendo a memação e a forma nominativa terminada em ‘u’ torna-se El em hebraico. A palavra é derivada da raiz ‘wl, ‘ser forte, poderoso’, significando ‘o forte.’…” (Unger’s Bible Dictionary, pg. 293)

Em outras palavras, não existe consenso entre os acadêmicos de que EL tenha em algum momento sido um nome próprio. É fato que algumas figuras importantes das divindades pagãs eram conhecidas como “EL”. Todavia, o fato de dizermos “o Senhor” por exemplo não faz do termo um nome próprio.

Ou seja, com base nas evidências históricas e arqueológicas do Antigo Oriente Médio, a questão de se EL era um nome próprio é, na melhor das hipóteses, bastante controversa.

O uso genérico do termo nas Escrituras

Embora a questão seja historicamente incerta, a Bíblia na realidade nos dá a certeza absoluta de que o termo EL não era um nome próprio.

Caso EL fosse um nome próprio – e pior – um nome próprio associado ao Eterno, a Bíblia jamais o utilizaria para se referir a homens, objetos, ou como partes de expressões idiomáticas. E isso acontece diversas vezes.

Fato é que quando consideramos o hebraico bíblico, o termo אל (EL) significa “poder” ou “poderoso.” Isso pode ser facilmente observado pelas próprias expressões bíblicas em que o termo aparece, quando não é usado para se referir ao Eterno.

Vejamos alguns exemplos:

Poder [el] havia em minha mão para vos fazer mal…” (Bereshit/Gênesis 31:29)

“…e até algumas de nossas filhas são tão sujeitas, que já não estão no poder [el] de nossas mãos; e outros têm as nossas terras e as nossas vinhas.” (Nehemiyah/Neemias 5:5)

Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade [el] de fazê-lo.” (Mishlei/Provérbios 3:27)

“…porque está no poder [el] da sua mão!” (Michah/Miquéias 2:1)

Nos exemplos supracitados, o termo “EL” aparece unicamente significando “poder”, a capacidade que uma pessoa tinha de fazer alguma coisa. A compreensão dessas expressões é bastante clara.

Os montes foram cobertos pela sua sombra, e os mais altos cedros [arzei-el], pelos seus ramos.” (Tehilim/Salmos 80:10)

A ideia neste trecho é de que os cedros parecessem poderosos, frondosos, o que é semelhante ao exemplo anterior.

“…Quem entre os filhos dos poderosos [elim] pode ser semelhante a YHWH?” (Tehilim/Salmos 89:6)

Os mais poderosos [elei] dos fortes lhe falarão desde o meio do inferno, com os que a socorrem; desceram, jazeram com os incircuncisos mortos à espada.” (Yechezkel/Ezequiel 32:21)

Nestes últimos, vemos que o termo é aplicado (no plural) a pessoas que eram poderosas.

Portanto, o que deve ser entendido quando a Bíblia chama ao Eterno de “EL” é que literalmente as Escrituras estão dizendo que Ele é “O Poderoso.”

O fato do termo ser genérico é ainda confirmado pelo constante uso do mesmo em expressões compostas, como os exemplos abaixo:

El-Elyon (Gn. 14:18): Literalmente, o Poder/Poderoso das Alturas.

YHWH El-Olam (Gn 21:33): Literalmente, YHWH, o Poder/Poderoso Eterno. Ou ainda, YHWH, o Poder/Poderoso sobre [este] universo/século.

El gadol (Sl. 95:3): Literalmente, o Grande Poder/Poderoso.

haEl hakadosh (Is. 5:16): Literalmente, o Poder/Poderoso santo/separado.

E assim por diante…

Portanto, o uso de “EL” nas Escrituras para se referir a YHWH está longe de ser um nome próprio. Trata-se de um título, de uma forma de se referir a Ele como o poderoso. Aliás, não muito diferente do termo “Elohim”, que significa algo como “poder supremo.”

Não se pode dizer se tratar de um nome próprio, pois o termo também é aplicado frequentemente a outros elementos comuns do dia-a-dia.

Ou seja, a Bíblia não deixa nenhuma dúvida de que a tese de que EL possa ser um uso importado de um termo pagão para se referir a YHWH não tem nenhuma sustentação.

Conclusão

Pode-se observar que a teoria da importação do termo pagão EL não se sustenta, porque:

Não é possível afirmar que o politeísmo influenciou o monoteísmo. A recíproca é tão possível quanto, historicamente.

Não é possível afirmar que o termo EL seja de fato um nome próprio. Muitos acadêmicos concluem se tratar de um título genérico.

O hebraico bíblico usa o termo EL de forma genérica, e o aplica a homens e até mesmo objetos, o que não deixa dúvidas de que o termo não era um nome próprio.

Diante da total e completa insustentabilidade dessa teoria à luz da história, da arqueologia e, principalmente, das Escrituras, pode-se não apenas descartá-la, como ainda dizer afirmar com segurança que não é justa a comparação do caso com o termo Deus/Dyeus.

Diferentemente do caso de EL, que era um termo genérico e assim é usado nas Escrituras, Deus/Dyeus é um nome próprio, de uma entidade pagã.

Entidade essa, inclusive, que dentre outras coisas, foi chamada nas Escrituras de abominação desoladora, e em nome de quem inúmeros israelitas foram mortos e forçados a abandonar a Elohim:

No dia quinze do mês de Kislev, do ano cento e quarenta e cinco, edificaram a abominação da desolação por sobre o altar e construíram altares em todas as cidades circunvizinhas de Yehudá. Ofereciam sacrifícios diante das portas das casas e nas praças públicas, rasgavam e queimavam todos os livros da Torá que achavam.” (Macabim Alef/1 Macabeus 1:54)

“…um velho ateniense foi enviado pelo rei para forçar os judeus a abandonar os costumes dos antepassados, banir as leis de Elohim da cidade, macular o templo de Yerushalayim, dedicá-lo a Júpiter [Dyeus Pater – ie. Deus, o Pai] Olímpico.” (Macabim Beit/2 Macabeus 6:2)

Não queremos com isso dizer que aqueles que dizem “Deus” – especialmente os que o fazem por ignorância – estejam cultuando ao demônio. Apenas, advertimos através das Escrituras que isso é desvio, que desagrada a Elohim, e que devemos deixar tal prática. É uma questão de buscar a santidade, por amor a Ele.

A HISTÓRIA QUE NUNCA TE CONTARAM


Por Robespierre Cardoso da Cunha.



O que você vai ver agora pode te chocar muito e até mesmo lhe  dar vontade de amassar e jogar fora, pois se trata da: Maior fraude teológica de todos os tempos. Se você for sincero(a), sem dúvida fará uma investigação minuciosa.

Você sabia que por um período de 1260 anos, o período da idade média (ou idade escura) Roma Papal arquitetou o maior plano de todos os tempos, planos esses que já se encontravam profetizado nas Escrituras Sagradas (Bíblia), que era a maior farsa de todos os tempos,Vejamos a seguir:

“E levou me em espirito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmias, e tinha sete cabeças é dez chifres” Apoc 17:3“E abriu a sua boca em blasfêmia contra Elohim para, blasfemar do nome, do tabernáculo e dos que habitam no céu”, Apoc.13:6

No período da “Santa inquisição” onde foram perseguidos e mortos, todos quantos possuíssem uma Bíblia, foram feitas fogueiras de Bíblias, destruindo assim, quase por completo a luz da verdade (Bíblia), Sem essa luz, foi então chamado “Idade Escura”, período onde não se tinha a Bíblia em mãos,tempo oportuno para se cometer a mais terrível fraude contra a Bíblia, atingindo de forma direta nosso Salvador, fazendo então sacrílegos mudanças na mesma.

A “Sociedade Bíblica do Brasil” afirma que o nome do filho do Eterno é Yeshua, nome único e verdadeiro dado pelos céus.

No filme” A paixão de Cristo” dirigido por Mel Gibson, retrata o nome do salvador em sua origem,” YESHUA,” que era um judeu da tribo de Judá, descendente de Davi, sendo assim toda a sua linhagem judaica.

Sendo o Salvador um judeu, como pôde ter passado para a história com o nome Greco-Romano de “Jesus Cristo”, não tendo em si nenhuma origem hebraica, mas sim de origem totalmente pagã.Segundo afirmam as Escrituras, nossa salvação vem dos judeus não dos Gregos.

“Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos por que a salvação vem dos judeus”.
Yohanam (João4:22)

Já passou por sua cabeça estar adorando a quem não conhece? Eis aí o perigo desse engano, pois Yeshua nunca foi Jesus . Temos em mãos provas de tudo o que está sendo apresentado.

Foi o padre Jerônimo o tradutor da Bíblia a Vulgata Latina, que confessou ter feito mudanças a mando do Papa Dâmaso. (Lembro da “besta cheia de nomes de blasfêmias” mencionada em Apoc.17:3)

O Eterno, através do profeta Isaias diz:

E agora, que tenho eu aqui que fazer, diz o Senhor, pois meu povo foi tomado sem nenhuma razão? Os que dominam sobre ele dão uivos, diz o Senhor; e o meu nome é blasfemado incessantemente todo o dia.” Isaias 52:5-6

“Portanto o meu povo saberá o meu nome, por esta causa, naquele dia; por que eu mesmo Sou o que digo: Eis me aqui. Isaias 52:5-6

Caro leitor, os planos para a mudança do nome do Altíssimo são antigos. Há uma profecia em Jeremias que diz:

“Eu era como um manso cordeiro, que levam ao matadouro; por que não sabia que tramavam planos contra mim, dizendo; Destruamos a arvore com o seu fruto e cortemo-lo da terra dos viventes para que não haja mais memória do seu nome”. Jeremias 11:19

Pare e pense:

Quem é o cordeiro?

‘No dia seguinte João viu Yeshua, que vinha ter com ele, e disse: eis o cordeiro de Elohim, que tira o pecado do mundo. João 1:29.

“Eu sou a videira, vós sois os ramos, quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto, por que sem mim nada podeis fazer”João 15;5

Há quase 1600 anos, estávamos sendo enganados a respeito do nome do nosso Salvador Yeshua.

Quase toda a humanidade crê que Jesus é o verdadeiro nome do Messias. Essa foi a maior mentira que satanás conseguiu introduzir na mente das pessoas.

Por ventura você é uma dessas? Quer ser liberto desse engano? Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará, como diz João 8:32. Yeshua em João 14:6 diz:

Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim”.

Muitos podem dizer: é verdade que o nome é Yeshua, mas, lá em Israel, no português é  traduzido como Jesus. Porém, de acordo com as normas da Lingüística Internacional, nomes próprios não se traduzem se translitera. Em Português: A verdadeira transliteração do nome do Salvador é – Yeshua, porque na transliteração muda-se a letra mas não a fonética...

Em Inglês: The real name of the savior is Yeshua. Em Espanhol:

El verdadero nombre deI Salvador es Yeshua Portanto, sendo Yeshua um nome dado pelos céus, dessa forma conclui-se que o Salvador não pode ter dois nomes, Assim sendo, “Yeshua” é o verdadeiro e único nome do salvador, que significa: “Eu sou Salvação”, enquanto o nome Jesus não tem esse mesmo significado.

Ye: “Eu sou” Shua: Salvação Miguel, Emanuel, Messias, Salvador, são adjetivos atribuídos a ‘‘Yeshua”.
Em Zacarias 14:9 diz que quando Yeshua voltar iremos chamá-lo por um só nome e este com certeza não será JESUS.E o Senhor será rei sobre toda a terra ; naquele dia um só será o senhor e um só será o seu nome”.

Querido leitor, você pode arriscar tudo em sua vida, menos a sua salvação. Atos 2:21 afirma, que quem invocar o nome do Senhor será salvo. (mas o nome correto, não o  nome falso).Saiba que a partir de agora você não é mais inocente, invocar e crer no nome verdadeiro significa salvação, e a rejeição deste nome resultará em condenação eterna. Como nos afirma João 3:18:

“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Elohim “.

Aceite a Yeshua como seu salvador, para que tenha a garantia do selo do Eterno, pois o selo do Eterno é o seu próprio nome.

“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escritos o nome Dele e de Seu Pai”. Apoc.14:1

Agora, não pense que por aceitar e crer nesse nome, sua vida será tão fácil. O Senhor Yeshua afirma:
“Então vos hão de entregar para serdes atormentado e vós matarão; e sereis odiados. de todos os povos por causa do meu nome”. M5teus 29:9

Este nome que causa tanto desprezo, meu caro leitor, jamais será o de Jesus, e sim de Yeshua. Yeshua já havia profetizado isso quando disse: “Eu vim em nome de meu pai e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis”. João 5:43. Ele veio com o nome sagrado, santo e foi rejeitado, mais, Jesus, procedente de deidade pagã o mundo abraça. Cuidado! com quem você está confiando à salvação da sua alma.” Yeshua é salvação e Jesus não significa nada disso e nem é isso”

“Este nome que causa tanto desprezo e nos levará a ser atormentados, adiados, perseguidos e mortos, jamais será o de Jesus, e sim o de Yeshua”. Aceite-o como seu salvador e tenha PAZ, SHALOM !!!

Obs.:
“Elohim de Israel” é um dos
Nomes referentes ao “criador”
Ao “Altíssimo” e “Eterno” foi
Também mudado para Zeus= deus ou Deus, a etimologia desta palavra veio do Egito Zeuth:
Que significa Zeus, que é uma Deidade pagã absorvida pelos Gregos.
Preste atenção e veja, em nome de quem você está orando, e a quem entregando sua vida ...
Que o Eterno, o Elohim de Israel te Ilumine cada vez mais e que Yeshua te Abençoe com a sua SHALOM. Você poderá dizer : “ Ah! Mas o nome Deus e Jesus estão na Bíblia..”
Pense querido leitor quem fez estas mudanças? Roma Papal, os Padres.
Leia a Bíblia exegeticamente traduzida do Aramaico e Hebraico, as brechas deixadas por eles estão sendo restauradas.

sábado, 23 de junho de 2012

O termo Deus.

O termo "Deus" nas Escrituras
por Shaul bentsion

O Termo ''Deus'' só aparece a partir da Vulgata Latina, no século quarto, depois da fundaçãoo da Igreja Católica (por que será? rsrsrs)

Anteriormente, temos o seguinte:
Hebraico original: Elohim, Eloah, e El
Aramaico (Peshitta - século 2 AC): Alaha
Grego (LXX - século 2 AC): Theos

A origem do termo "Deus"
Veja os links:
http://pt.wikipedia/ .org/wiki/ Religião_proto-indo-européia

"Deidades amplamente aceitas
Dyêus Pháter - acredita-se que tenha sido o nome original do deus do céu iluminado e o deus principal do panteão indo-europeu. Ele sobreviveu no grego como Zeus (caso genitivo Dius), no latim Júpiter, no sânscrito Dyauás Pitar, no báltico Dievas, no germânico Tiwaz (norueguês antigo Tyr, alto alemão antigo Ziu), no armênio Astwatz e no gaulês Dispater (também Deus Pater na Vulgata)."

E ainda:
http://ateupraticante.blogspot.com/2007/09/quem-dyeus-religio-proto-indo-europia. html
"O pesquisador Julius Pokorny nos apresenta o personagem Dyeus, que é o deus do céu, do dia, com uma posição que representa o patriarcado. Etimologicamente ele é conectado, ou seja, gerou os seguinte outros deuses:

O Grego "Zeus Pater"
O Romano "Iuppiter"
O Irlandês "The Dagda"
O Gallo-Romano "Dis Pater"
O Védico "Dyaus Pitar"
Possivelmente Dionysos, e o Frigio Sabazios (Saba Zeus?)

É partir de Dyeus, mais especificamente enraizados à partir da lí¬ngua latina temos o grupo da palavra "deiwos". Ela foi mantida na mitologia Inglesa, como deity, e o original Germanico ainda é visível em Tuesday (originalmente "Day of Tiwaz").

grupo Deiwos:

O Germanico "Tiwaz" (depois conhecido como Tyr)
O Latino "Deus"
O Baltico "Dievas"
O Eslavo "Div"

Além do deus do Céus, existem também outras personagens mitológicas que se repetem, como o deus do trovão, da terra, o herói cultural e a grande deusa."

O significado do termo Elohim

Existem dois termos "Elohim" nas Escrituras. Um é o plural de "El", e é sempre usado com verbos conjugados no plural. Esse não é um substantivo próprio, e sim um substantivo comum.

O outro é o substantivo próprio "Elohim", um dos tí¬tulos de YHWH.

No hebraico, "im" não necessariamente representa um plural, mas pode também significar um
superlativo. Por exemplo, a parte do Templo conhecida como "Santìssimo lugar" é chamada no hebraico de Kodesh Kodashim (literalmente "Santo dos Santos.") Não é um plural numérico, e sim um superlativo. Outro exemplo está em "Shir HaShirim", o nome original do livro de Cantares (literalmente "Cânntico dos Cânnticos" - significando o "maior cântico de todos.")

Ou seja, "Elohim" significa literalmente "poder supremo." Somente os mórmons, que são politeístas, supôem que o termo "Elohim" signifique "um concí¬lio de deuses."

O termo "El"

O termo "El" também é um tí¬tulo atribuí¬do a YHWH, mas é um substantivo comum que significa "poderoso." a palavra que costuma ser utilizada para os seres espirituais, que seriam
"poderes que estão acima de nós." Assim sendo, o termo "el" é usado, por exemplo, para se
referir a anjos, pode ser usado para se referir a dêmonios, falsos deuses, ou mesmo a YHWH.

Agora, "El" não é um nome, "El" é um tí¬tulo - talvez seria mais apropriado pensar em "El" como um adjetivo. assim como dizer que "YHWH é poderoso." Eu poderia dizer que "O anjo é poderoso", percebe? Ou mesmo os povos pagãos poderiam dizer que um deus deles é poderoso. E assim
por diante.

Isso é muito diferente do termo "Deus", que é um NOME PRÓPRIO, e não um tí¬tulo. Repare, é o nome de uma entidade demoní¬aca.

Você chamaria YHWH de "Lúcifer"? Não? Por que? Porque é um nome usado para se referir ao diabo, certo? Da mesma forma, "Deus" era o chefe do panteão romano.

E por que é que a Igreja Católica escolheu o termo "Deus"?

Porque o imperador romano era conhecido como o "Pontifex Maximus", uma espécie de sacerdote que fazia a ponte entre os homens e o panteão de deuses romanos. Ao criar a sua religião semi-bí¬blica, Constantino manteve esse título, e a adoração a "Dyeus" foi sincretizada com a adoração ao Elohim dos hebreus, percebe? É bem por aí¬...

Os termos "El" e "Elohim" traduzidos
A opção de traduzir por "Deus" os termos "El" e "Elohim" foi feita por Roma, quando da produção da Vulgata. Sinceramente, nem seria, do ponto de vista linguí¬stico, a melhor opção, pois acabou com todo o sentido dos termos supracitados.

Por fim, gostaria de encerrar dizendo que eu entendo que a maioria das pessoas chama a YHWH de "Deus" por ignorância, e que Ele olha para a sinceridade do coração.

Mas, temos a responsabilidade de agirmos para com Ele em kedushah (santidade), e creio que o libertar-se dos laços malignos de Roma é parte fundamental dos planos de YHWH para o Seu povo nos últimos tempos. Basta lermos o famoso "Sai dela meu povo" em Guilyana (Apocalipse. )

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quem é Dyeus? A Religião Proto-Indo-Européia


O estudo dos mitos na europa começou na Grécia antiga, com Platão interessado nos conceitos filosóficos e simbólicos. Durante a idade média o Cristianismo proibiu estes estudos, que só foram retomados no Renascimento. A análise científica dos mitos começou no meio do século 19. Havia duas escolas nesse período, a sol-lua na qual os deuses eram simbolos vindos de fenômenos meteorológicos e a escola cultural antropológica que combatia a primeira e se concentrava no estudo das tribos da américa do sul, áfrica equatorial e oceania.

As pesquisas da chamada escola sol-lua são muito mais consideradas atualmente pois os estudiosos usaram um método comparativo-histórico. O método foi emprestado do estudo de linguística Indo-Européia. Deste estudo surge o conceito da chamada religião Proto-Indo-Européia, de um suposto povo que viveu ao redor de 4000 A.C (idade do Cobre) onde hoje fica a Ucrânia. 

O pesquisador Julius Pokorny nos apresenta o personagem Dyeus, que é o deus do céu, do dia, com uma posição que representa o patriarcado. Etimologicamente ele é conectado, ou seja, gerou os seguinte outros deuses:

O Grego "Zeus Pater" 
O Romano "Iuppiter" 
O Irlandês "The Dagda" 
O Gallo-Romano "Dis Pater" 
O Védico "Dyaus Pitār"
Possivelmente Dionysos, e o Frigio Sabazios (Saba Zeus?)

À partir de Dyeus, mais especificamente enraizados à partir língua latina temos o grupo da palavra "deiwos". Ela foi mantida na mitologia Inglesa, como deity, e o original Germanico ainda é visível em Tuesday (originalmente "Day of Tiwaz").

grupo Deiwos:

O Germanico "Tiwaz" (depois conhecido como Tyr) 
O Latino "Deus" 
O Baltico "Dievas"
O Eslavo "Div"

Além do deus do Céus, existem também outras personagens mitológicas que se repetem, como o deus do trovão, da terra, o herói cultural e a grande deusa.